Em duas circunstâncias, por diferentes motivos, deixei de estender o braço para, reciprocamente, cumprimentar pessoas. Surpreendidas com minha reação, tiveram, constrangidas, de recolher as mãos à posição original.
Desculpem. Não cabe aqui detalhar as razões. O certo é que as pessoas em questão provocaram algum tipo de desagrado, gerando, portanto, minha reprovação.
Eis a questão: fui transparente ao extremo mostrando desagrado com as citadas pessoas ou pratiquei um ato de indelicadeza, contrariando os bons costumes?
Dizem que não existe meia verdade e que tradicionalmente a discussão gira em torno de duas verdades, até se apurar aquela que é absoluta. Neste caso singular, provavelmente as duas sejam aceitas.
A recusa de um aperto de mão expressava um gesto de sinceridade. Afinal, por que teria de, cordialmente, cumprimentá-las se não era aquele o meu desejo?
Naturalmente que o outro lado da questão nos remete a uma análise mais diplomática e indica reprovação de tal gesto. Tem como justificativa educação e bons costumes como preceitos básicos a qualquer cidadão. É a tal da etiqueta, do politicamente correto.
Veja que situação complicada! Para o prevalecimento dos bons costumes teria eu, mesmo contrariado, que retribuir o aperto de mão? Convenhamos que para o dissimulado uma tarefa facílima. Com a maior “cara de pau” transforma aperto de mãos em abraço, e ainda acrescenta um sorriso falso. Mas...
Não. Absolutamente. Prefiro a frieza da transparência e arcar com as conseqüências. Questão de berço, da absorção de rigorosa educação paternal. Jamais me curvaria a hipocrisia em nome do politicamente correto. Encaixa-se aí o duradouro ditado que mais vale vender banana a se rebaixar, com todo respeito a produtores e comerciantes de banana.
No caso em questão, estender a mão a pessoas indesejáveis é praticar violência contra si mesmo.
sábado, 29 de agosto de 2009
domingo, 23 de agosto de 2009
Short ‘comportado’
As meninas do vôlei do Brasil são as melhores do mundo na categoria e ponto final. Qualidade técnica-tática à parte, cabe detalhamento de aspectos periféricos ao jogo, e um deles é o short tamanho ideal, que evita desconforto e exposição.
Outros tempos elas usavam biquínis, que deixavam à mostra curvas e corpo. Aí, marmanjos maliciosos as viam como sedutoras. Culturalmente faz parte do imaginário perverso deles.
Bastaram alongar o tamanho do short alguns centímetros para que tudo se encaixasse em seus devidos lugares. Assim, o foco ficou canalizado naquilo que mais sabem fazer: jogar voleibol, sem que isso representasse perda de beleza e sensualidade.
Portanto, reconhecimento pela técnica refinada que exibem e não pelos dotes esculturais. Melhor assim.
Outros tempos elas usavam biquínis, que deixavam à mostra curvas e corpo. Aí, marmanjos maliciosos as viam como sedutoras. Culturalmente faz parte do imaginário perverso deles.
Bastaram alongar o tamanho do short alguns centímetros para que tudo se encaixasse em seus devidos lugares. Assim, o foco ficou canalizado naquilo que mais sabem fazer: jogar voleibol, sem que isso representasse perda de beleza e sensualidade.
Portanto, reconhecimento pela técnica refinada que exibem e não pelos dotes esculturais. Melhor assim.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Bração de fora no frio
Se de loucos todos nós temos um pouco, tenho que admitir lampejos de loucura ao contar, um a um, os debochadores que dispensam agasalhos naqueles dias frios de bater o queixo. Confesso que dá raiva deparar com senhoras exibindo braços descobertos, ignorando rajadas de vento. Uma delas, que levantou o bração para colocar o aparelho celular no ouvido, ainda cometeu o descuido de deixar sua bolsa aberta. Por sorte não foi assaltada.
Marmanjo é mais abusivo neste caso. Em vez de colete sob agasalhos para rebater a friagem, parece nos provocar com camisa de manga curta e aberta no peito. E nada de arrepio de frio. Que coisa!
Flagrantes dessa contradição foram registrados na gelada manhã do dia 20 de agosto em Campinas (SP). Chuva intermitente e queda brusca de temperatura eram convite para qualquer filho de Deus ou do Diabo permanecer enrolado em cobertor, não fosse o sagrado compromisso a cumprir.
Historicamente agosto não é mês chuvoso. Por isso fomos surpreendidos com esta abençoada chuva que lava a alma e varre a poluição, para alívio de pacientes asmáticos e de rinite.
A rigor, que inverno! Observe que os dados pluviométricos superam, e muito, as médias de julho e agosto, meses marcados, isso sim, por longa estiagem.
Portanto, diante desta confundível variação de inverno, cabe-nos finalizar parafraseando o imortal comunicador de televisão Abelardo Barbosa, o Chacrinha: “Palmas pra eles que eles merecem”. No caso específico, esses eles em questão são os desafiantes do frio.
Marmanjo é mais abusivo neste caso. Em vez de colete sob agasalhos para rebater a friagem, parece nos provocar com camisa de manga curta e aberta no peito. E nada de arrepio de frio. Que coisa!
Flagrantes dessa contradição foram registrados na gelada manhã do dia 20 de agosto em Campinas (SP). Chuva intermitente e queda brusca de temperatura eram convite para qualquer filho de Deus ou do Diabo permanecer enrolado em cobertor, não fosse o sagrado compromisso a cumprir.
Historicamente agosto não é mês chuvoso. Por isso fomos surpreendidos com esta abençoada chuva que lava a alma e varre a poluição, para alívio de pacientes asmáticos e de rinite.
A rigor, que inverno! Observe que os dados pluviométricos superam, e muito, as médias de julho e agosto, meses marcados, isso sim, por longa estiagem.
Portanto, diante desta confundível variação de inverno, cabe-nos finalizar parafraseando o imortal comunicador de televisão Abelardo Barbosa, o Chacrinha: “Palmas pra eles que eles merecem”. No caso específico, esses eles em questão são os desafiantes do frio.
Dopagem
Por Ariovaldo Izac
O amigo Guto, que integra a equipe de reportagem do site "Futebol Interior", me liga e pergunta o que posso falar sobre histórias de dopagem de jogadores do passado para finalizar um trabalho escolar de seu último ano de faculdade de jornalismo.
Disse que provavelmente não fosse a pessoa mais indicada para abordagem do tema, que minhas informações ficaram circunscritas a uma dezena de exemplos, embora seja voz corrente que o tal de gluco corria solto entre boleiros do passado.
Em todo caso, com a insistência do colega, me comprometi a redigir aquilo que sabia, sem citação de qualquer nome.
Lembrei inicialmente que um bom gancho é citar o reflexo negativo de substâncias dopantes em usuários das décadas passadas. Nos anos 60 e 70, quando não havia fiscalização rigorosa sobre doping, era comum atletas compartilharem a mesma agulha para a droga injetada conhecida como gluco. Na época, sequer cogitava-se a hipótese de contaminação. Posteriormente, alguns foram surpreendidos com a transmissão da hepatite C e tem gente de média idade morrendo por aí (não vamos citar nomes).
Neste quesito, dá pra ouvir médicos infectologistas pra falar dos riscos de doenças transmissíveis. Apesar da eficiência do transplante de fígado, é difícil conseguir a doação. O banco desse órgão é escasso e a fila imensa.
Além de drogas injetáveis, havia abuso da "laranjada", droga ingerida e que igualmente servia de estimulação. Substâncias dopantes também eram adicionadas no café da manhã de atletas, em dias de jogos, preparadas por treinadores. Veja que quem deveria ser exemplo dava mau exemplo.
A intenção era manter o jogador aceso e estimular um melhor rendimento físico durante as partidas. Boa parte da boleirada até gostava. Dizia-se que o atleta ficava alucinado.
Houve casos em que o tiro saiu pela culatra. Teve boleiro que ficou ligadão, falante, mas perdeu a concentração no jogo em si e o rendimento técnico foi pífio.
Em um dos casos, boleiros foram estimulados à ingestão da mistura de pó de guaraná ao mel, tudo bem diluído. Provavelmente isso nada tinha a ver com a coordenação motora dos jogadores, mas resultava em efeito psicológico. A boleirada corria mais.
Quando a exigência de exame antidoping foi intensificada, atletas passaram a relacionar remédios ingeridos até 72 horas precedendo as partidas.
Certa ocasião, em jogo entre Corinthians o Bahia, em Salvador, um jogador corintiano havia relacionado um medicamento antigripal proibido pela comissão antidoping, desconhecendo tal proibição.
O remédio não influencia no rendimento físico, mas ao constatar o fato o médico do Corinthians, preventivamente, tirou o atleta do jogo justificando o motivo.
Há outros casos similares, com o diferencial de que o atleta acaba descartado do jogo correspondente. Aí, médicos conchavam com treinadores algum tipo de desculpa esfarrapada e a mídia é enrolada.
O amigo Guto, que integra a equipe de reportagem do site "Futebol Interior", me liga e pergunta o que posso falar sobre histórias de dopagem de jogadores do passado para finalizar um trabalho escolar de seu último ano de faculdade de jornalismo.
Disse que provavelmente não fosse a pessoa mais indicada para abordagem do tema, que minhas informações ficaram circunscritas a uma dezena de exemplos, embora seja voz corrente que o tal de gluco corria solto entre boleiros do passado.
Em todo caso, com a insistência do colega, me comprometi a redigir aquilo que sabia, sem citação de qualquer nome.
Lembrei inicialmente que um bom gancho é citar o reflexo negativo de substâncias dopantes em usuários das décadas passadas. Nos anos 60 e 70, quando não havia fiscalização rigorosa sobre doping, era comum atletas compartilharem a mesma agulha para a droga injetada conhecida como gluco. Na época, sequer cogitava-se a hipótese de contaminação. Posteriormente, alguns foram surpreendidos com a transmissão da hepatite C e tem gente de média idade morrendo por aí (não vamos citar nomes).
Neste quesito, dá pra ouvir médicos infectologistas pra falar dos riscos de doenças transmissíveis. Apesar da eficiência do transplante de fígado, é difícil conseguir a doação. O banco desse órgão é escasso e a fila imensa.
Além de drogas injetáveis, havia abuso da "laranjada", droga ingerida e que igualmente servia de estimulação. Substâncias dopantes também eram adicionadas no café da manhã de atletas, em dias de jogos, preparadas por treinadores. Veja que quem deveria ser exemplo dava mau exemplo.
A intenção era manter o jogador aceso e estimular um melhor rendimento físico durante as partidas. Boa parte da boleirada até gostava. Dizia-se que o atleta ficava alucinado.
Houve casos em que o tiro saiu pela culatra. Teve boleiro que ficou ligadão, falante, mas perdeu a concentração no jogo em si e o rendimento técnico foi pífio.
Em um dos casos, boleiros foram estimulados à ingestão da mistura de pó de guaraná ao mel, tudo bem diluído. Provavelmente isso nada tinha a ver com a coordenação motora dos jogadores, mas resultava em efeito psicológico. A boleirada corria mais.
Quando a exigência de exame antidoping foi intensificada, atletas passaram a relacionar remédios ingeridos até 72 horas precedendo as partidas.
Certa ocasião, em jogo entre Corinthians o Bahia, em Salvador, um jogador corintiano havia relacionado um medicamento antigripal proibido pela comissão antidoping, desconhecendo tal proibição.
O remédio não influencia no rendimento físico, mas ao constatar o fato o médico do Corinthians, preventivamente, tirou o atleta do jogo justificando o motivo.
Há outros casos similares, com o diferencial de que o atleta acaba descartado do jogo correspondente. Aí, médicos conchavam com treinadores algum tipo de desculpa esfarrapada e a mídia é enrolada.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
NOVO GOLPE NAS ESTRADAS
E-MAIL ENVIADO PELO AMIGO BORGINHO, EX-FUNCIONÁRIO DA BOSCH-CAMPINAS
Cuidado, novo golpe! Você está na estrada quando alguém em um outro
carro dá sinal sobre um problema no seu carro, e segue adiante..
Você acredita que é alguém bem intencionado e, vendo que o carro foi embora, você pára no acostamento para ver o que há de errado.
- NÃO PARE !!!!.- Nesse momento, outro carro que estava seguindo você, e você não percebeu, pára logo atrás. Você é pego completamente desprevenido pelos comparsas que estão nesse carro.
A Polícia Rodoviária informa que se trata de uma quadrilha bem organizada, que já está agindo há algum tempo, e que não está conseguindo pegar.
Cuidado, não caia nesse golpe. NÃO PARE. Se for o caso, espere até chegar a um posto ou restaurante, ou peça ajuda à polícia, pelo celular.
Por favor, repasse essa informação aos seus contatos.
Cuidado, novo golpe! Você está na estrada quando alguém em um outro
carro dá sinal sobre um problema no seu carro, e segue adiante..
Você acredita que é alguém bem intencionado e, vendo que o carro foi embora, você pára no acostamento para ver o que há de errado.
- NÃO PARE !!!!.- Nesse momento, outro carro que estava seguindo você, e você não percebeu, pára logo atrás. Você é pego completamente desprevenido pelos comparsas que estão nesse carro.
A Polícia Rodoviária informa que se trata de uma quadrilha bem organizada, que já está agindo há algum tempo, e que não está conseguindo pegar.
Cuidado, não caia nesse golpe. NÃO PARE. Se for o caso, espere até chegar a um posto ou restaurante, ou peça ajuda à polícia, pelo celular.
Por favor, repasse essa informação aos seus contatos.
Proposta para esporte amador municipal
Vésperas de eleições municipais, os discursos de prefeituráveis se repetem sobre propostas, principalmente para as áreas de Educação, Saúde e Segurança. É raro qualquer candidato fazer citação sobre esporte e justamente por isso elencamos propostas exeqüíveis para que os munícipes tenham no esporte um suporte de auxílio à Educação, Saúde e Segurança.
Como agente de interação, o esporte propicia ganho no processo educacional de crianças e adolescentes. Também é inquestionável o benefício que provoca à Saúde. Em qualquer faixa etária, o esporte é um agente preventivo à Saúde. Hoje, com competições de futebol para ‘atletas’ que completaram 50 anos, observa-se que ainda esbanjam energia e, conseqüentemente, descartam atendimento médico rotineiramente.
O esporte abre portas para recuperação de menores delinqüentes, desde que sejam migrados para a cultura esportiva, desde que descubram valores de cidadania com a prática esportiva.
Com visão pluralista do esporte, sugerimos amplo debate sobre os itens que seguem.
1 – Considerando-se que os clubes - quer se agrupem em forma de centros comunitários ou associações de amigos de bairros - desenvolvem função social no agrupamento de associados; considerando-se que não têm finalidade lucrativa, reivindicam lei municipal isentando-os do pagamento de IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano).
2 – Considerando-se que a prolongada estiagem na estação do inverno prejudica a conservação dos gramados de futebol, entidades é sugerida a criação de lei municipal que permita perfuração de poços artesianos, semi-artesianos ou caipiras em clubes, praças esportivas municipais e comunidades, visando água em abundância em qualquer estação do ano.
3 – Considerando-se a extrema dificuldade para auto-sustentação de clubes essencialmente de futebol e comunidades esportivas, sugere-se discussão e implantação do projeto ‘Bolão do Amador’, uma espécie de loteria esportiva, desde que não se viole dispositivo constitucional. O bolão teria programação de 10 ou 13 jogos, nos moldes do programa mantido pela Caixa Econômica Federal. Caberia às prefeituras a incumbência de negociação com a Receita Federal e poderes constituídos para viabilização do projeto. Assim, os clubes seriam cotistas do rateio oficial, que resultaria em parcela significativa para a sua manutenção.
4 – Visando o fortalecimento de clubes e comunidades esportivas, propõem-se a designação de um período do ano exclusivamente para campeonatos internos de futebol em clubes ou associações, em todas as categorias, com respaldo de departamentos de Esporte de prefeituras. As comunidades - monitoradas pelo departamento de Esporte - os organizariam com receita de associados de clubes e comunidades.
5 – A organização de comunidades implicaria em mudança de cultura no esporte amador das cidades. As sedes sociais de associações teriam atividades
programadas também para mulheres e crianças, transformando-se em abrigo familiar.
6 – Com a presença da família nas associações, haverá incentivo para campeonatos de diversas modalidades esportivas, como basquete, vôlei, tênis, bocha e esportes de mesa. Com o crescimento da demanda em clubes e comunidades esportivas, pode-se projetar um programa de marketing de forma que médios e grandes anunciantes também exponham sua logomarca em pontos estratégicos de clubes ou alambrados de campo de futebol.
7 – Propõem-se, ainda, interação guardas municipais, clubes e associações, de forma que viaturas percorram itinerários previamente definidos, visando maior segurança de todos. Informações gerais sobre segurança seriam centralizadas em um posto de plantão da Guarda Municipal, interagindo com a Polícia Militar.
8 – Programa esportivo segmentado para a Terceira Idade de departamentos de Esportes de prefeituras carece de reciclagem, de forma que contemple um universo significativamente superior de pessoas. Se hoje as atividades se restringem basicamente às praças esportivas de prefeituras, a proposta é expandi-las para centros comunitários e clubes estruturados também. Com um organograma de atividades bem definido, é possível combater o ócio inerente à Terceira Idade. Pede-se, também, que seja reservado uma praça esportiva mantida pelas prefeituras para que ‘atletas’ que completaram ou tenham mais de 50 anos possam participar de ‘peladas’ de futebol e quadras de múltiplo uso em dias úteis da semana.
9 – As entidades reivindicam reciclagem na proposta editorial de rádios mantidas pela prefeitura – com a finalidade de que o desporto das cidades possa ganhar um espaço ora negado para divulgação de suas atividades esportivas e sociais.
10 – Visando manutenção anual de campos de futebol, é sugerido que se crie um viveiro de grama em área pertencentes à prefeitura, com a produção de placas de grama repassadas posteriormente aos clubes durante o período chuvoso, quando é procedido replantio e reparo dos gramados.
11 – Reconhecendo as dificuldades para construção de novos campos de futebol, reivindica-se a construção de uma praça esportiva municipal a cada ano e um projeto integrado de recuperação de campos, de forma que as prefeituras coloquem à disposição dos clubes sua estrutura de homens, veículos e máquinas.
12 – Entidades esportivas propõem a realização de duas olimpíadas por ano para crianças e adolescentes carentes, e crianças e adolescentes abandonados. A complexidade do projeto implica em estimular as respectivas faixas etárias ao cumprimento de atividades esportivas. logicamente monitoradas por professores de departamentos de Esportes de prefeituras e voluntários de clubes e associações. Propõe-se que simultaneamente seja construído um barracão para abrigá-los em oficinas diversas. Assim, poderão receber noções básicas de profissões como marcenaria, pintura, funilaria, serviços elétricos e mecânicos de auto, etc. Paralelamente, além da equipe de psicólogos, sociólogos e assistentes sociais, desportistas em geral se incumbiriam de proferir palestras com objetivo profícuo de ajudá-los no processo de recuperação.
13 – Criação de um jornal impresso semanal, com linha editorial voltada essencialmente ao desporto da cidade, custeado parcialmente pela prefeitura em forma de espaço publicitário. A medida visa reparar o espaço descartado pela mídia impressa das cidades.
14 – Criar um conselho do desporto – comissão mista com membros de prefeitura e clubes – cuja atribuição essencial seria fiscalizar e cobrar o cumprimento do cronograma previamente definido.
Como agente de interação, o esporte propicia ganho no processo educacional de crianças e adolescentes. Também é inquestionável o benefício que provoca à Saúde. Em qualquer faixa etária, o esporte é um agente preventivo à Saúde. Hoje, com competições de futebol para ‘atletas’ que completaram 50 anos, observa-se que ainda esbanjam energia e, conseqüentemente, descartam atendimento médico rotineiramente.
O esporte abre portas para recuperação de menores delinqüentes, desde que sejam migrados para a cultura esportiva, desde que descubram valores de cidadania com a prática esportiva.
Com visão pluralista do esporte, sugerimos amplo debate sobre os itens que seguem.
1 – Considerando-se que os clubes - quer se agrupem em forma de centros comunitários ou associações de amigos de bairros - desenvolvem função social no agrupamento de associados; considerando-se que não têm finalidade lucrativa, reivindicam lei municipal isentando-os do pagamento de IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano).
2 – Considerando-se que a prolongada estiagem na estação do inverno prejudica a conservação dos gramados de futebol, entidades é sugerida a criação de lei municipal que permita perfuração de poços artesianos, semi-artesianos ou caipiras em clubes, praças esportivas municipais e comunidades, visando água em abundância em qualquer estação do ano.
3 – Considerando-se a extrema dificuldade para auto-sustentação de clubes essencialmente de futebol e comunidades esportivas, sugere-se discussão e implantação do projeto ‘Bolão do Amador’, uma espécie de loteria esportiva, desde que não se viole dispositivo constitucional. O bolão teria programação de 10 ou 13 jogos, nos moldes do programa mantido pela Caixa Econômica Federal. Caberia às prefeituras a incumbência de negociação com a Receita Federal e poderes constituídos para viabilização do projeto. Assim, os clubes seriam cotistas do rateio oficial, que resultaria em parcela significativa para a sua manutenção.
4 – Visando o fortalecimento de clubes e comunidades esportivas, propõem-se a designação de um período do ano exclusivamente para campeonatos internos de futebol em clubes ou associações, em todas as categorias, com respaldo de departamentos de Esporte de prefeituras. As comunidades - monitoradas pelo departamento de Esporte - os organizariam com receita de associados de clubes e comunidades.
5 – A organização de comunidades implicaria em mudança de cultura no esporte amador das cidades. As sedes sociais de associações teriam atividades
programadas também para mulheres e crianças, transformando-se em abrigo familiar.
6 – Com a presença da família nas associações, haverá incentivo para campeonatos de diversas modalidades esportivas, como basquete, vôlei, tênis, bocha e esportes de mesa. Com o crescimento da demanda em clubes e comunidades esportivas, pode-se projetar um programa de marketing de forma que médios e grandes anunciantes também exponham sua logomarca em pontos estratégicos de clubes ou alambrados de campo de futebol.
7 – Propõem-se, ainda, interação guardas municipais, clubes e associações, de forma que viaturas percorram itinerários previamente definidos, visando maior segurança de todos. Informações gerais sobre segurança seriam centralizadas em um posto de plantão da Guarda Municipal, interagindo com a Polícia Militar.
8 – Programa esportivo segmentado para a Terceira Idade de departamentos de Esportes de prefeituras carece de reciclagem, de forma que contemple um universo significativamente superior de pessoas. Se hoje as atividades se restringem basicamente às praças esportivas de prefeituras, a proposta é expandi-las para centros comunitários e clubes estruturados também. Com um organograma de atividades bem definido, é possível combater o ócio inerente à Terceira Idade. Pede-se, também, que seja reservado uma praça esportiva mantida pelas prefeituras para que ‘atletas’ que completaram ou tenham mais de 50 anos possam participar de ‘peladas’ de futebol e quadras de múltiplo uso em dias úteis da semana.
9 – As entidades reivindicam reciclagem na proposta editorial de rádios mantidas pela prefeitura – com a finalidade de que o desporto das cidades possa ganhar um espaço ora negado para divulgação de suas atividades esportivas e sociais.
10 – Visando manutenção anual de campos de futebol, é sugerido que se crie um viveiro de grama em área pertencentes à prefeitura, com a produção de placas de grama repassadas posteriormente aos clubes durante o período chuvoso, quando é procedido replantio e reparo dos gramados.
11 – Reconhecendo as dificuldades para construção de novos campos de futebol, reivindica-se a construção de uma praça esportiva municipal a cada ano e um projeto integrado de recuperação de campos, de forma que as prefeituras coloquem à disposição dos clubes sua estrutura de homens, veículos e máquinas.
12 – Entidades esportivas propõem a realização de duas olimpíadas por ano para crianças e adolescentes carentes, e crianças e adolescentes abandonados. A complexidade do projeto implica em estimular as respectivas faixas etárias ao cumprimento de atividades esportivas. logicamente monitoradas por professores de departamentos de Esportes de prefeituras e voluntários de clubes e associações. Propõe-se que simultaneamente seja construído um barracão para abrigá-los em oficinas diversas. Assim, poderão receber noções básicas de profissões como marcenaria, pintura, funilaria, serviços elétricos e mecânicos de auto, etc. Paralelamente, além da equipe de psicólogos, sociólogos e assistentes sociais, desportistas em geral se incumbiriam de proferir palestras com objetivo profícuo de ajudá-los no processo de recuperação.
13 – Criação de um jornal impresso semanal, com linha editorial voltada essencialmente ao desporto da cidade, custeado parcialmente pela prefeitura em forma de espaço publicitário. A medida visa reparar o espaço descartado pela mídia impressa das cidades.
14 – Criar um conselho do desporto – comissão mista com membros de prefeitura e clubes – cuja atribuição essencial seria fiscalizar e cobrar o cumprimento do cronograma previamente definido.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Raiz sertaneja
Virou moda intérpretes da música sertaneja recorrerem a grandes sucessos do passado, da genuína música raiz. Foi assim com Daniel e o Reino Encantado, com as batizadas duplas dos universitários - César Menotti e Fabiano, Victor e Léo; e recentemente com álbum regional dos veteranos Chitãozinho e Xororó.
Louve-se a intenção de artistas em resgatar e imortalizar grandes sucessos para um público jovem que os desconhecia. Há, porém, um reparo a se fazer: por que composições interpretadas pelos memoráveis Jacó e Jacozinho , ou Palmeira e Biá raramente estão inseridas nesse contexto?
Jacó e Jacozinho gravaram “pérolas” que poderiam ser mostradas novamente em outras vozes. Palmeira e Biá interpretavam fielmente a linguagem do homem do campo, sentiam o cheiro da relva, dos animais, e ignoravam a flexibilização do radical do verbo. Assim, o “nós vai” soava com naturalidade naquelas gargantas de ouro, que tinham como companheiras a gostosa batida do violão.
Fica aqui, portanto, a sugestão.
Louve-se a intenção de artistas em resgatar e imortalizar grandes sucessos para um público jovem que os desconhecia. Há, porém, um reparo a se fazer: por que composições interpretadas pelos memoráveis Jacó e Jacozinho , ou Palmeira e Biá raramente estão inseridas nesse contexto?
Jacó e Jacozinho gravaram “pérolas” que poderiam ser mostradas novamente em outras vozes. Palmeira e Biá interpretavam fielmente a linguagem do homem do campo, sentiam o cheiro da relva, dos animais, e ignoravam a flexibilização do radical do verbo. Assim, o “nós vai” soava com naturalidade naquelas gargantas de ouro, que tinham como companheiras a gostosa batida do violão.
Fica aqui, portanto, a sugestão.
domingo, 16 de agosto de 2009
Contra Israel
É dispensável qualquer discussão sobre a competência da Orquestra Filarmônica de Israel, regida pelo maestro Zubin Mehta. O que se contesta é a incursão dela no Brasil, especificamente em Paulínia, interior de São Paulo.
Oras, podem questionar o que tem a ver alhos com bugalhos. É natural a argumentação de que os músicos israelenses não têm que pagar a “conta” de uma política de genocídio provocada por seus governantes.
Tudo bem. Convenhamos que cada um é cada um, mas é preciso que se mostre, de alguma maneira, nossa indignação com a irracionalidade do Estado de Israel, naturalmente de forma pacífica. E uma ferramenta democrática de manifestação seria o boicote ao evento. Israel precisa atestar que reprovamos suas atrocidades e uma das chances de demonstração seria neste evento internacional.
Se o governo de Israel massacra o oprimido povo da Palestina com sua potente artilharia bélica, é linha de raciocínio coerente que nos solidarizemos com nossos indefesos irmãos na briga por causa justíssima: garantia de um legítimo território à sua população. Portanto, encaixa-se perfeitamente o repúdio à política odiosa dos israelenses.
Frequentemente bombas arrasadoras são atiradas em povoados palestinos, refletindo em destruição de casas, prédios, e mortes de inocentes. Imagens de bombardeios aéreos e incursões terrestres com retroescavadeiras atropelando “obstáculos” à sua frente correm o mundo. São operações militares sanguinárias, assassinas, e tudo feito impunemente aos olhos daqueles que se julgam defensores dos direitos humanos. E quando os insaciáveis não matam, aleijam. Quando não se vê corpos de palestinos espalhados nos escombros, flagra-se crianças com pernas e braços mutilados pelo fogo inimigo.
Isso choca pessoas sensíveis, solidárias. Aquela “arena” nos remete ao histórico bíblico do pequeno Davi contra o gigante Golias. O diferencial é que os sofridos palestinos não têm a certeira pontaria de Davi para num só golpe, com uma pedra, derrubar o opositor. Assim, “armados” precariamente com pedras e estilingues, padecem. É covardia o enfrentamento com soldados israelenses protegidos em tanques blindados.
Faz-se necessária esta reflexão para que repudiemos, de alguma forma, a raivosa política militar de Israel. Logo, quem encarna o sentimento daquele pisoteado povo palestino engrossa a corrente de boicote a qualquer produção artística, cultural e esportiva de Israel, para não se aprofundar nas relações comerciais.
Já que não dispomos de ferramentas diplomáticas de um Ministério das Relações Exteriores para radicalizar posições, uma das hipóteses facultada é a arma do boicote a eventos do gênero.
Divergimos, por conseguinte, da política de patrocínio desse concerto, especificamente a parte da parceria que compete ao poder público. Afinal, injetam nosso dinheiro em promoções culturais que no mínimo dividem opiniões. Convém ressaltar que o governo federal foi partícipe de cotas de patrocínio deste concerto. A propósito: quanto gastou?
Oras, podem questionar o que tem a ver alhos com bugalhos. É natural a argumentação de que os músicos israelenses não têm que pagar a “conta” de uma política de genocídio provocada por seus governantes.
Tudo bem. Convenhamos que cada um é cada um, mas é preciso que se mostre, de alguma maneira, nossa indignação com a irracionalidade do Estado de Israel, naturalmente de forma pacífica. E uma ferramenta democrática de manifestação seria o boicote ao evento. Israel precisa atestar que reprovamos suas atrocidades e uma das chances de demonstração seria neste evento internacional.
Se o governo de Israel massacra o oprimido povo da Palestina com sua potente artilharia bélica, é linha de raciocínio coerente que nos solidarizemos com nossos indefesos irmãos na briga por causa justíssima: garantia de um legítimo território à sua população. Portanto, encaixa-se perfeitamente o repúdio à política odiosa dos israelenses.
Frequentemente bombas arrasadoras são atiradas em povoados palestinos, refletindo em destruição de casas, prédios, e mortes de inocentes. Imagens de bombardeios aéreos e incursões terrestres com retroescavadeiras atropelando “obstáculos” à sua frente correm o mundo. São operações militares sanguinárias, assassinas, e tudo feito impunemente aos olhos daqueles que se julgam defensores dos direitos humanos. E quando os insaciáveis não matam, aleijam. Quando não se vê corpos de palestinos espalhados nos escombros, flagra-se crianças com pernas e braços mutilados pelo fogo inimigo.
Isso choca pessoas sensíveis, solidárias. Aquela “arena” nos remete ao histórico bíblico do pequeno Davi contra o gigante Golias. O diferencial é que os sofridos palestinos não têm a certeira pontaria de Davi para num só golpe, com uma pedra, derrubar o opositor. Assim, “armados” precariamente com pedras e estilingues, padecem. É covardia o enfrentamento com soldados israelenses protegidos em tanques blindados.
Faz-se necessária esta reflexão para que repudiemos, de alguma forma, a raivosa política militar de Israel. Logo, quem encarna o sentimento daquele pisoteado povo palestino engrossa a corrente de boicote a qualquer produção artística, cultural e esportiva de Israel, para não se aprofundar nas relações comerciais.
Já que não dispomos de ferramentas diplomáticas de um Ministério das Relações Exteriores para radicalizar posições, uma das hipóteses facultada é a arma do boicote a eventos do gênero.
Divergimos, por conseguinte, da política de patrocínio desse concerto, especificamente a parte da parceria que compete ao poder público. Afinal, injetam nosso dinheiro em promoções culturais que no mínimo dividem opiniões. Convém ressaltar que o governo federal foi partícipe de cotas de patrocínio deste concerto. A propósito: quanto gastou?
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
'Guspe'
Por Ariovaldo Izac
Um dia, sei lá quando, um gaiato começou a desejar boa sorte para um jogador de futebol do time adversário e a moda pegou.
O problema é que boleiros profissionais e amadores ainda não se deram conta da demagogia do bordão. Ainda bem que falam inconscientemente. Desejar boa sorte ao adversário é projetar que saia satisfeito, com a vitória.
Ah, mas podem afirmar que a boa sorte desejada é para que o adversário não se machuque. Aí, meu caro, não é uma questão de sorte. Aproveite as habituais orações que precedem jogos e peladas de futebol para, mentalmente, pedir ao Criador que proteja indistintamente todos os envolvidos na porfia. Gostou do termo porfia? É obsoleto. Pra quem não sabe, é sinônimo de partida.
Veja outro despropósito: um homem aparentando pouco mais de 40 anos de idade, com traje de executivo, caminha distraído ao lado de duas mulheres, provavelmente companheiras de trabalho.
Distraído porque os braços se cruzam nas costas e, entre as mãos, carrega um aparelho celular sofisticado. Claro que a posição favorece bastante o delinqüente e, por sorte, só pessoas de bem andaram ao seu redor, e saiu ileso no percurso até um restaurante.
O erro crasso chamou mais atenção que a exposição do celular. Na conversa com as moças, sobre papéis mal colados, saiu com essa “pérola”: “Acho que colaram aquilo com ‘guspe’.
Ah, doeu os tímpanos. ‘Guspe’ é demais para alguém que passava facilmente por executivo, com camisa social de linho. Portanto, mais uma vez prevalece o velho dito de que “quem vê cara não vê coração”. Ou não julgue uma pessoa apenas pela aparência. Quantos e quantos barbudos e maltrapilhos sabem muito bem usar metáforas de Rui Barbosa em conversas informais!
Já que o tema é ortografia, de fato não dá pra engolir essa reforma ortográfica que suprime o acento agudo em ditongos decrescentes como idéia, bóia, etc... A sílaba tônica é tão característica que fica sem graça não ser acentuada.
E por falar em bóia, dias atrás lembrei do sentido figurado ou metafórico que representava: comida. “Tá na hora de pegar a bóia”, dizia um operário da construção civil para um companheiro de obra.
Como você percebeu, abusivamente insisto em ainda acentuar os ditongos decrescentes. E vou agir assim até o último prazo para a adoção integral da reforma ortográfica, ou quando editores em consonância com a linha editorial do veículo de comunicação exigirem correção nos textos.
Um dia, sei lá quando, um gaiato começou a desejar boa sorte para um jogador de futebol do time adversário e a moda pegou.
O problema é que boleiros profissionais e amadores ainda não se deram conta da demagogia do bordão. Ainda bem que falam inconscientemente. Desejar boa sorte ao adversário é projetar que saia satisfeito, com a vitória.
Ah, mas podem afirmar que a boa sorte desejada é para que o adversário não se machuque. Aí, meu caro, não é uma questão de sorte. Aproveite as habituais orações que precedem jogos e peladas de futebol para, mentalmente, pedir ao Criador que proteja indistintamente todos os envolvidos na porfia. Gostou do termo porfia? É obsoleto. Pra quem não sabe, é sinônimo de partida.
Veja outro despropósito: um homem aparentando pouco mais de 40 anos de idade, com traje de executivo, caminha distraído ao lado de duas mulheres, provavelmente companheiras de trabalho.
Distraído porque os braços se cruzam nas costas e, entre as mãos, carrega um aparelho celular sofisticado. Claro que a posição favorece bastante o delinqüente e, por sorte, só pessoas de bem andaram ao seu redor, e saiu ileso no percurso até um restaurante.
O erro crasso chamou mais atenção que a exposição do celular. Na conversa com as moças, sobre papéis mal colados, saiu com essa “pérola”: “Acho que colaram aquilo com ‘guspe’.
Ah, doeu os tímpanos. ‘Guspe’ é demais para alguém que passava facilmente por executivo, com camisa social de linho. Portanto, mais uma vez prevalece o velho dito de que “quem vê cara não vê coração”. Ou não julgue uma pessoa apenas pela aparência. Quantos e quantos barbudos e maltrapilhos sabem muito bem usar metáforas de Rui Barbosa em conversas informais!
Já que o tema é ortografia, de fato não dá pra engolir essa reforma ortográfica que suprime o acento agudo em ditongos decrescentes como idéia, bóia, etc... A sílaba tônica é tão característica que fica sem graça não ser acentuada.
E por falar em bóia, dias atrás lembrei do sentido figurado ou metafórico que representava: comida. “Tá na hora de pegar a bóia”, dizia um operário da construção civil para um companheiro de obra.
Como você percebeu, abusivamente insisto em ainda acentuar os ditongos decrescentes. E vou agir assim até o último prazo para a adoção integral da reforma ortográfica, ou quando editores em consonância com a linha editorial do veículo de comunicação exigirem correção nos textos.
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