Constantemente se vê por aí autoridades municipais incentivando a população a fazer uso do transporte coletivo, de forma que haja redução da circulação de veículos em áreas centrais das cidades, geralmente congestionadas.
A intenção é louvável e de certo os motoristas até prefeririam trocar o estresse ao volante de um veículo pela comodidade de uma poltrona de ônibus. Mas o problema são os entretantos.
Geralmente o intervalo de um para outro ônibus em pontos é demorado. A tarifa é salgada. Os apressados motoristas confundem transporte de humanos com os de bois, provocando solavancos perigosos.
Não bastassem esses inconvenientes, é praxe a viagem do cidadão em pé, sujeito a toda sorte. Pior para as mulheres que são vítimas de encoxadas na bundinha por aproveitadores que ficam se esfregando. Todos, no entanto, enfrentam empurrões propositais e a maldita fedentina de gente que não troca a roupa há dias, pra não dizer falta de banho.
Também não são poucos os usuários do transporte coletivo que exalam hálito fedorento na respiração por causa de dentes mal cuidados, problemas estomacais e reflexo da cachaça exagerada.
Com tantos inconvenientes para o uso do transporte coletivo, fica difícil estimular proprietários de veículos a deixarem o carro na garagem. Concorda?
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