Na praia
inventa-se ou adapta-se modalidades esportivas, pra se passar o tempo.
Pense numa
suposta mini quadra de futevôlei.
A
simplificação recomenda ausência de qualquer acessório para marcação do campo
de jogo.
Na areia
refaz-se seguidamente riscos que delimitam-se o retângulo: dois laterais e três
cruzados que seguem entre as extremidades.
Dois são os
contentores no citado jogo, observando-se basicamente o regramento de
futevôlei.
A linha
imaginária de divisão de quadra serve para demarcação, após o saque feito com
os pés.
A bola tem
que obrigatoriamente atingir o espaço na quadra adversária. E desde que não
haja recepção rumo ao lado oposto, o ponto é anotado.
Do contrário,
o jogo tem continuidade até que alguém erre e propicie ponto ao adversário.
RISCO CENTRAL
Com a
ausência de rede como divisória de quadra, o risco central a substitui.
Logo, a
estratégia evidente dos disputantes é adotar toques quase rente ao chão,
calculado para que a bola caia no campo do adversário.
Eis aí,
portanto, o teste de habilidade cobrado de quem recepciona o saque. Além da
necessidade de provocar a devolução da bola, o objetivo é mirar para que caia
na quadra adversária, e sem chances de defesa.
Pelo natural
nível de dificuldade para controle de bola, claro está que o participante é
condicionado a transportar implemento da habilidade quando colocado à prova em
jogos de campos convencionais de futebol.
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