quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Futeareia, bate-bola na praia

Na praia inventa-se ou adapta-se modalidades esportivas, pra se passar o tempo.
Pense numa suposta mini quadra de futevôlei.

A simplificação recomenda ausência de qualquer acessório para marcação do campo de jogo.

Na areia refaz-se seguidamente riscos que delimitam-se o retângulo: dois laterais e três cruzados que seguem entre as extremidades.

Dois são os contentores no citado jogo, observando-se basicamente o regramento de futevôlei.

A linha imaginária de divisão de quadra serve para demarcação, após o saque feito com os pés.

A bola tem que obrigatoriamente atingir o espaço na quadra adversária. E desde que não haja recepção rumo ao lado oposto, o ponto é anotado.

Do contrário, o jogo tem continuidade até que alguém erre e propicie ponto ao adversário.

RISCO CENTRAL

Com a ausência de rede como divisória de quadra, o risco central a substitui.

Logo, a estratégia evidente dos disputantes é adotar toques quase rente ao chão, calculado para que a bola caia no campo do adversário.

Eis aí, portanto, o teste de habilidade cobrado de quem recepciona o saque. Além da necessidade de provocar a devolução da bola, o objetivo é mirar para que caia na quadra adversária, e sem chances de defesa.


Pelo natural nível de dificuldade para controle de bola, claro está que o participante é condicionado a transportar implemento da habilidade quando colocado à prova em jogos de campos convencionais de futebol.

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