DISCRETA PREMIAÇÃO, COM TROFÉUA DE CAMPEÃO PARA O BELA VISTA
sábado, 3 de dezembro de 2011
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Hospital de olhos
VAMOS FAZER ESTE E-MAIL CIRCULAR!
O JORNAL DA REDE GLOBO MOSTROU UMA REPORTAGEM SOBRE O HOSPITAL DOS OLHOS DE SOROCABA.
ESSE HOSPITAL É DA MAÇONARIA, SEM FINS LUCRATIVOS.
ELE É CONVENIADO COM O SUS, E TEM CAPACIDADE PARA REALIZAR CERCA DE 300 (TREZENTOS) TRANSPLANTES DE CÓRNEAS POR MÊS, POIS HÁ UM ESTOQUE DE CÓRNEAS SUFICIENTE PARA A REALIZAÇÃO DOS MESMOS.
ENTRETANTO, ESSE HOSPITAL ESTÁ REALIZANDO SOMENTE CERCA DE 120 (CENTO E VINTE) TRANSPLANTES POR MÊS, DEVIDO A FALTA DE PACIENTES.
AS CÓRNEAS NÃO UTILIZADAS ESTÃO SENDO JOGADAS FORA POR PASSAREM DO TEMPO DE UTILIZAÇÃO E VALIDADE !
REPASSANDO DE MÃO EM MÃO ESTE E-MAIL PODERÁ CAIR NA MÃO DE ALGUÉM QUE CONHEÇA UMA PESSOA QUE ESTÁ A ESPERA DE
CÓRNEAS. ELA PODE ENTRAR EM CONTATO COM O HOSPITAL OFTALMOLOGICO DE SOROCABA -SP E SE CURAR!
TELEFONE - (15) 3212-7009 (15) 3212-7009 (15) 3212-7009 (15) 3212-7009 (15) 3212-7009 (15) 3212-7009 (15) 3212-7009 (15) 3212-7009 -DE 2ª A 6ª FEIRA
ATENCIOSAMENTE,
DR. EDUARDO BEZERRA -MÉDICO
POR FAVOR, REPASSEM ESTE E-MAIL. VOCÊ PODE NÃO ESTAR PRECISANDO, MAS SEMPRE HÁ ALGUÉM NECESSITANDO.
VAMOS FAZER ESTE E-MAIL CIRCULAR!
O JORNAL DA REDE GLOBO MOSTROU UMA REPORTAGEM SOBRE O HOSPITAL DOS OLHOS DE SOROCABA.
ESSE HOSPITAL É DA MAÇONARIA, SEM FINS LUCRATIVOS.
ELE É CONVENIADO COM O SUS, E TEM CAPACIDADE PARA REALIZAR CERCA DE 300 (TREZENTOS) TRANSPLANTES DE CÓRNEAS POR MÊS, POIS HÁ UM ESTOQUE DE CÓRNEAS SUFICIENTE PARA A REALIZAÇÃO DOS MESMOS.
ENTRETANTO, ESSE HOSPITAL ESTÁ REALIZANDO SOMENTE CERCA DE 120 (CENTO E VINTE) TRANSPLANTES POR MÊS, DEVIDO A FALTA DE PACIENTES.
AS CÓRNEAS NÃO UTILIZADAS ESTÃO SENDO JOGADAS FORA POR PASSAREM DO TEMPO DE UTILIZAÇÃO E VALIDADE !
REPASSANDO DE MÃO EM MÃO ESTE E-MAIL PODERÁ CAIR NA MÃO DE ALGUÉM QUE CONHEÇA UMA PESSOA QUE ESTÁ A ESPERA DE
CÓRNEAS. ELA PODE ENTRAR EM CONTATO COM O HOSPITAL OFTALMOLOGICO DE SOROCABA -SP E SE CURAR!
TELEFONE - (15) 3212-7009 (15) 3212-7009 (15) 3212-7009 (15) 3212-7009 (15) 3212-7009 (15) 3212-7009 (15) 3212-7009 (15) 3212-7009 -DE 2ª A 6ª FEIRA
ATENCIOSAMENTE,
DR. EDUARDO BEZERRA -MÉDICO
POR FAVOR, REPASSEM ESTE E-MAIL. VOCÊ PODE NÃO ESTAR PRECISANDO, MAS SEMPRE HÁ ALGUÉM NECESSITANDO.
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quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Descaso com a saúde pública
O portal FI é segmentado para publicações essencialmente do futebol, sem deixar de dar um ‘chorinho’ para os outros esportes. Como tal, o blog tem finalidade de acompanhar a linha editorial, sem contudo radicalizar. Cabe, de vez em quando, quebrar a regra. Por isso, permita-me, caro internauta, convidar o atual prefeito de Campinas, Demétrio Vilagra, a uma visita demorada ao Hospital Municipal Dr. Mário Gatti, preferencialmente numa segunda-feira.
Demétrius, já que o senhor está se inteirando das coisas da cidade, com a cassação do então prefeito Hélio de Oliveira Santos, que tal acompanhar o martírio dos pacientes que recorrem ao pronto-socorro do hospital, como observei ao conduzir uma pessoa àquele consultório. Veja bem, prefeito. Nada de visitar obras de reforma no local, com um bando de cupincha atrás.
De certo o senhor goza de um respeitável plano de saúde privado e provavelmente jamais será paciente de um hospital municipal. Tudo bem. Nada disso impede a sua visita, até porque lá estarão os eleitores para contar o quão decadente ficou a saúde pública.
Chegue cedo, prefeito. Digamos por volta das 8h. E venha com o estômago bem ‘forrado’, abastecido por um reforçado café da manhã, até porque o senhor não saberá a hora de saída. Isso, claro, se o senhor se dispuser a acompanhar chegada e saída de um paciente escolhido aleatoriamente.
Não preciso dizer, senhor prefeito, o desconforto de quem procura atendimento em pronto-socorro. O sujeito tem dor até na unha do pé, e lá chegando se assusta ainda mais com um ‘mundaréu’ a espera do mesmo atendimento.
Pra não quebrar o regimento interno da ‘casa’, o paciente pega uma senha e aguarda indicação do painel luminoso para preenchimento da ficha. Aí, em caso de emergência, de atendimento inadiável, passa à frente dos outros. Se for aquela cólica renal que judia mas não mata, o paciente terá que agüentar as ‘pontas’ na marra.
Senhor prefeito, prepare-se para ver tudo isso e muito mais, a começar pelo número reduzido de médicos no atendimento. De repente a sirene de uma viatura do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) abre passagem para a chegada de um baleado e os médicos plantonistas abandonam seus postos e se deslocam à emergência.
Sim, seu prefeito, o tempo passa - dizia o saudoso narrador esportivo Fiori Gigliotti - e o paciente já está até com calo na bunda de tanto ficar sentado à espera de atendimento.
Calma, seu prefeito. Entendemos que a sua agenda está comprometida com essas quatro horas de espera sem que o paciente tenha sido atendido, mas vamos aguardar conforme o proposto.
Ufa, chegou a vez. E o paciente deixa o boxe do consultório com guias de pedidos de exames laboratoriais e quantos forem necessários para que se tenha pleno diagnóstico de seu estado clínico.
Ótimo. Só que aí vão comunicá-lo que a previsão para conclusão dos exames é de mais quatro horas.
Pelas contas, lá se vão mais de oito horas de martírio e, de certo, o estômago do prefeito estará ‘roncando’ - considerando-se apena o café da manhã como o lanche do dia.
Aí, o paciente inda terá que enfrentar outra fila, com cerca de 20 pessoas à sua frente, aguardando a vez da chamada para retorno ao médico.
Prefeito, desculpe tê-lo chamado para tão indigesto compromisso, mas era necessário. Quem sabe o senhor se sensibilize com o descaso ao paciente, por extensão o mesmo que contribui com impostos ao município.
Quem sabe, prefeito, apesar da escassez de recursos, o senhor feche as torneiras para gastos públicos não essenciais e os convirja à saúde.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
PRECAUÇÃO EM GERAL
Recebi e-mail de meu amigo Ademir Bola, treinador do Bela Vista, sobre a necessidade de precaução também em relação à obesidade, e não apenas do tabaco. Leia
"Já que colocam fotos de gente morta (ou morrendo) nos maços de cigarros, por que não colocar também: de gente obesa em pacotes de batata frita, de matadouros em bandejas de carne, de animais torturados nos cosméticos, de acidentes de trânsito nas garrafas e latas de bebidas alcoólicas, de gente sem teto nas contas de água e luz e de políticos corruptos nas guias de recolhimento de impostos?"
Humildade faz grandes homens
Nada mais certo:
"DINHEIRO FAZ HOMENS RICOS, O CONHECIMENTO, HOMENS SÁBIOS ...
E A HUMILDADE FAZ GRANDES HOMENS !!!"
Existem pessoas que não têm absolutamente nada, mais porque ocupam um determinado cargo em alguma grande, média ou pequena empresa acham-se no direito de ser superior aos demais. Na verdade são pequenos e só conseguem sentir–se grande humilhando, pisando, tripudiando o seu semelhante.
Isso está sendo plantado em muitas empresas e o que colhem são pessoas amargas, doentes e determinadas a vencer a qualquer preço. Na verdade se tornam pessoas infelizes e incapazes de realizações simples.
O homem mais poderoso do mundo, aproveitando momentos que muitos repudiariam, zombariam ou simplesmente achariam de péssimo gosto, age dessa forma.
“Não é riqueza ou o dinheiro que nos faz feliz e sim a interpretação da vida”
sábado, 27 de agosto de 2011
BONS TEMPOS DO ROSTO COLADO
Se você já disfarça os cabelos brancos com tingimento, naturalmente viveu anos dourados em que casais dançavam de rostos colados nos salões de clubes e comunidades por aí.
Aquele toque sensual faziam um bem danado pr'alma.
De vez em quando o cavalheiro era surpreendido com as chamadas 'tábuas', cujo significado era a recusa para a contra-dança.
Bacana, no entanto, quando o chamamento para o dançar juntos era correspondido.
Claro que alguns homens não se comportavam como autênticos cavalheiros quando os corpos colados se deslizavam em assoalhos encerados de salões, ao som de músicas lentíssimas.
Atrevidos ou sem conter impulsos de desejo sexual, tocavam suas genitálias enrijecidas nas pernas da moças.
Evidente que as roupas não diminuíam o indesejado impacto do pênis do dito cujo na moça, e por vezes isso provocava situação desagradável e até repugnante.
No geral, o programa preferido do jovem do passado era bailar do rosto colado nas noites de sábado.
Aquele toque sensual faziam um bem danado pr'alma.
De vez em quando o cavalheiro era surpreendido com as chamadas 'tábuas', cujo significado era a recusa para a contra-dança.
Bacana, no entanto, quando o chamamento para o dançar juntos era correspondido.
Claro que alguns homens não se comportavam como autênticos cavalheiros quando os corpos colados se deslizavam em assoalhos encerados de salões, ao som de músicas lentíssimas.
Atrevidos ou sem conter impulsos de desejo sexual, tocavam suas genitálias enrijecidas nas pernas da moças.
Evidente que as roupas não diminuíam o indesejado impacto do pênis do dito cujo na moça, e por vezes isso provocava situação desagradável e até repugnante.
No geral, o programa preferido do jovem do passado era bailar do rosto colado nas noites de sábado.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Risco do celular
MENSAGEM ENVIADA POR E-MAIL E TRANSCRITA ABAIXO
Achei essa msg importante de ser lembrada!!!
Por favor, nao deixem de ler e encaminhar aos amigos!!!
Deus abençoe todos vcs!!!
Uma excelente semana!
Bjs com carinho,
Tânia
NÃO DEIXE DE LER - IMPORTANTE
A gente não dá importância até que uma coisa dessas acontece conosco.
Uma senhora mudou seu hábito de como ela lista seus nomes em seu telefone celular depois que sua bolsa foi roubada.
Sua bolsa que tinha seu celular, cartão de crédito, talão de cheque...Etc... foi roubada. 20 minutos mais tarde quando ela ligou para seu marido, usando um telefone público e contando o que aconteceu, o marido disse:
'Eu acabei de receber sua mensagem de texto que perguntava qual era a senha da nossa conta e eu respondi, enviando o número há poucos instantes'. Quando eles correram até o banco, foram informados que todo seu dinheiro havia sido retirado.
O ladrão realmente usou o celular para enviar uma mensagem de texto para o 'marido' na lista de contato dela, e conseguiu pegar o número de senha do banco. Dentro de 20 minutos ele retirou todo o dinheiro da conta bancária.
Lição: Não revele a relação entre você e as pessoas em sua lista de contatos.
Evite usar nomes como Casa, Benzinho, Marido, Esposa, Papai, Mãe, etc..
E muito importante, quando informações particulares e sensíveis estiverem sendo pedidas através de textos, CONFIRME chamando de volta.
Também, quando você estiver recebendo textos de amigos ou família para encontrá-los em algum lugar, não deixe de chamar de volta e confirmar se a mensagem veio deles mesmo.
Se você não conseguir falar com eles, tenha muito cuidado ao ir a lugares encontrar familiares e amigos que enviem textos à você ..
Achei essa msg importante de ser lembrada!!!
Por favor, nao deixem de ler e encaminhar aos amigos!!!
Deus abençoe todos vcs!!!
Uma excelente semana!
Bjs com carinho,
Tânia
NÃO DEIXE DE LER - IMPORTANTE
A gente não dá importância até que uma coisa dessas acontece conosco.
Uma senhora mudou seu hábito de como ela lista seus nomes em seu telefone celular depois que sua bolsa foi roubada.
Sua bolsa que tinha seu celular, cartão de crédito, talão de cheque...Etc... foi roubada. 20 minutos mais tarde quando ela ligou para seu marido, usando um telefone público e contando o que aconteceu, o marido disse:
'Eu acabei de receber sua mensagem de texto que perguntava qual era a senha da nossa conta e eu respondi, enviando o número há poucos instantes'. Quando eles correram até o banco, foram informados que todo seu dinheiro havia sido retirado.
O ladrão realmente usou o celular para enviar uma mensagem de texto para o 'marido' na lista de contato dela, e conseguiu pegar o número de senha do banco. Dentro de 20 minutos ele retirou todo o dinheiro da conta bancária.
Lição: Não revele a relação entre você e as pessoas em sua lista de contatos.
Evite usar nomes como Casa, Benzinho, Marido, Esposa, Papai, Mãe, etc..
E muito importante, quando informações particulares e sensíveis estiverem sendo pedidas através de textos, CONFIRME chamando de volta.
Também, quando você estiver recebendo textos de amigos ou família para encontrá-los em algum lugar, não deixe de chamar de volta e confirmar se a mensagem veio deles mesmo.
Se você não conseguir falar com eles, tenha muito cuidado ao ir a lugares encontrar familiares e amigos que enviem textos à você ..
sexta-feira, 22 de julho de 2011
BANDIDOS EM SHOPPINGS
Dentro dos Shoppings Centers há pessoas próximas às entradas dos cinemas fazendo
uma suposta pesquisa com os jovens (algo "interessante", como cinema, TV, um novo
filme a ser lançado...).
Pegam então o nome,telefone celular, fixo e residencial, endereço, nome dos pais ediscretamente anotam algumas características como as roupas, cor do cabelo, etc. etc. etc.
E em seguida pedem para não esquecer de desligar o telefone celular para não incomodar outras pessoasno interior do cinema durante a exibição do filme. Depois que as pessoas entram no cinema, eles esperam alguns minutos, ligam para a pessoa que foi entrevistadapara ver se o celular esta mesmo desligado e se estiver eles ligam para a casa da pessoa.O bandido diz o nome completo do filho e todas aas características e anuncia o numero desligado e começa uma extorsão moral e financeira.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Fiscalização Avenida Lix da Cunha
Recebi e-mail de minha irmão mais velha Cida e repasso a quem possa interessar
ATENÇÃO MOTORISTAS DE CAMPINAS, E TAMBÉM AQUELES QUE VÊM À CIDADE PELA AVENIDA LIX DA CUNHA (SAÍDA E ENTRADA DA BOSCH).
MICRO CÂMERAS INSTALADAS NOS TERMINAIS DE ÔNIBUS DO LADO ESQUERDO, COMEÇARÃO A FLAGRAR E MULTAR CARROS E CAMINHÕES QUE UTILIZAREM A FAIXA DESTINADA EXCLUSIVAMENTE A ÔNIBUS, MESMO QUANDO A MESMA ESTIVER LIVRE. E NÃO CABE RECURSO APÓS A MULTA, PORQUE ESTA FAIXA É EXCLUSIVA. PORTANTO CUIDADO.
TAMBÉM QUEM PASSA PELO TÚNEL JOÁ PENTEADO (VILA INDUSTRIAL) DEVERÁ, AO ENTRAR NO TÚNEL, ACENDER OS FARÓIS DO CARRO. CÂMERAS INSTALADAS AO LONGO DO TÚNEL, EM AMBOS OS SENTIDOS, MOSTRARÃO QUEM DESCUMPRIR ESTA AÇÃO. TAMBÉM O RECURSO SERÁ INDEFERIDO, PORQUE CONSTA NO CTB (CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO) A OBRIGATORIEDADE DE SE ACENDER LUZES DO FAROL AO ADENTRAR EM TÚNEIS, A QUALQUER HORA DO DIA OU DA NOITE, MESMO QUE O MESMO SEJA DEVIDAMENTE ILUMINADO.
A FONTE É DE UM DIRETOR DA EMDEC, E NÃO CUSTA REPASSAR PARA OS AMIGOS DE CAMPINAS, E TAMBÉM ÀQUELES QUE MORAM NA REGIÃO METROPOLITANA DE CAMPINAS, E QUE VÊM À CIDADE COM GRANDE FREQÜÊNCIA.
RESOLUÇÕES QUE ENTRAM EM VIGOR A PARTIR DE JULHO DE 2011.
ATENÇÃO MOTORISTAS DE CAMPINAS, E TAMBÉM AQUELES QUE VÊM À CIDADE PELA AVENIDA LIX DA CUNHA (SAÍDA E ENTRADA DA BOSCH).
MICRO CÂMERAS INSTALADAS NOS TERMINAIS DE ÔNIBUS DO LADO ESQUERDO, COMEÇARÃO A FLAGRAR E MULTAR CARROS E CAMINHÕES QUE UTILIZAREM A FAIXA DESTINADA EXCLUSIVAMENTE A ÔNIBUS, MESMO QUANDO A MESMA ESTIVER LIVRE. E NÃO CABE RECURSO APÓS A MULTA, PORQUE ESTA FAIXA É EXCLUSIVA. PORTANTO CUIDADO.
TAMBÉM QUEM PASSA PELO TÚNEL JOÁ PENTEADO (VILA INDUSTRIAL) DEVERÁ, AO ENTRAR NO TÚNEL, ACENDER OS FARÓIS DO CARRO. CÂMERAS INSTALADAS AO LONGO DO TÚNEL, EM AMBOS OS SENTIDOS, MOSTRARÃO QUEM DESCUMPRIR ESTA AÇÃO. TAMBÉM O RECURSO SERÁ INDEFERIDO, PORQUE CONSTA NO CTB (CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO) A OBRIGATORIEDADE DE SE ACENDER LUZES DO FAROL AO ADENTRAR EM TÚNEIS, A QUALQUER HORA DO DIA OU DA NOITE, MESMO QUE O MESMO SEJA DEVIDAMENTE ILUMINADO.
A FONTE É DE UM DIRETOR DA EMDEC, E NÃO CUSTA REPASSAR PARA OS AMIGOS DE CAMPINAS, E TAMBÉM ÀQUELES QUE MORAM NA REGIÃO METROPOLITANA DE CAMPINAS, E QUE VÊM À CIDADE COM GRANDE FREQÜÊNCIA.
RESOLUÇÕES QUE ENTRAM EM VIGOR A PARTIR DE JULHO DE 2011.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Vamos de ‘magrela’
Por Ariovaldo Izac
Exceto os modelos de bilhete único e tarifa única implementados por prefeituras, de resto é só blá-blá-blá no segmento transporte. É aquela mesmice irritante. Que tal uma reflexão sobre a bicicleta como ferramenta de extrema utilidade como meio de transporte? Evidente que os negativistas vão logo contestar. De certo acham um absurdo se falar em bicicletas como meio de transporte, considerando-se os avanços tecnológicos em novos veículos. Pois saibam, senhores contestadores, que a ‘tal magrela’ e automóveis podem perfeitamente ocupar o mesmo espaço com regras claras e bem definidas, de forma que riscos de acidentes sejam minimizados.
Pessimismo à parte, bem que administradores da Região, tidos como renovadores, poderiam avaliar políticas de transporte que incorporem a bicicleta no transporte. Se a idéia tem eficácia na Holanda, Inglaterra e Canadá, por exemplo, por que não pode dar certo aqui? A cultura lá fora é outra? Claro que sim, mas condutores de automóveis daqui podem perfeitamente se condicionar à nova educação no trânsito, podem assimilar regras primárias de respeito a ciclistas e pedestres.
Como manda o velho figurino, seriam recomendáveis, a princípio, campanhas educativas no trânsito. Ciclistas jamais podem trafegar sem capacetes. Sinalização de solo e vertical deve limitar velocidade em 40km/h. E ciclista que trafegar fora de corredores e faixas delimitaddos têm que ser advertidos. Placa de identificação de bicicleta também é vital.
Lógico que não deve haver tolerância com motoristas de automóveis que violarem espaço destinado a ciclistas. Depois disso, o jeito é transferir para a prática sábias palavras do saudoso radialista Nadir Roberto, de Piracicaba: “Ou vai ou racha, ou então arrebenta a caixa”. Trocado em miúdos: ou vai por bem ou vai por mal.
Na imponente Montreal - uma das mais importantes cidades do Canadá - a prefeitura implantou política cicloviária com corredores exclusivos para ciclistas. Até em largas avenidas congestionadas de veículos reservaram um cantinho pra quem pedala. Destinam faixas exclusivas para ciclistas e, assim, a bicicleta se transformou num importante meio de locomoção ao trabalho, escola e passeio. Claro que lá o ciclista não estaciona a ‘magrela’ rente sarjetas sem qualquer proteção a espera do larápio para furtá-la. Embora lá o índice de criminadade seja reduzidíssimo, também se observa o dito que ‘seguro morreu de velho’. Quer nas calçadas, quer rente às sarjetas, foram projetados postinhos apropriados para se laçar correntes a bicicletas. Também foi incluso no projeto construções de bicicletários, uma espécie de estacionamentos específicos para guardar magrelas sem risco de furto ou avaria.
Eis aí, portanto, um meio prático de se redescobrir valores sociais através da bicicleta. Pedaladas são vitais à manutenção da saúde e o condutor já não precisa fazer esforço descomunal para movimentá-la. Novas tecnologias, com variações de marchas, transformam subidas antes intransponíveis em ‘doce de coco’. Tudo isso sem enumerar a significativa economia no bolso do ciclista, que deixaria de desembolsar dinheiro para tarifas diárias de ônibus.
Uma vez implantado o projeto, com certeza patrões seriam sensíveis às exigências de construção de galpões para estacionamento de bicicletas, construções e ampliações de vestiários e multiplicação de chuveiros para o necessário banho do funcionário. E por aí vai.
A febre da bicicleta com certeza daria uma enxugada nos ônibus do transporte coletivo - notadamente nos horários de pico - e, por extensão, seria um indicativo para ‘fuga’ de veículos das ruas centrais das cidades.
Instalações de mais microcâmeras em quadriláteros centrais das cidades seriam providenciais. Flagrariam mais motoristas imprudentes e infratores - principalmente motoqueiros -, assim como identificarão e inibirão vândalos e assaltantes.
Exceto os modelos de bilhete único e tarifa única implementados por prefeituras, de resto é só blá-blá-blá no segmento transporte. É aquela mesmice irritante. Que tal uma reflexão sobre a bicicleta como ferramenta de extrema utilidade como meio de transporte? Evidente que os negativistas vão logo contestar. De certo acham um absurdo se falar em bicicletas como meio de transporte, considerando-se os avanços tecnológicos em novos veículos. Pois saibam, senhores contestadores, que a ‘tal magrela’ e automóveis podem perfeitamente ocupar o mesmo espaço com regras claras e bem definidas, de forma que riscos de acidentes sejam minimizados.
Pessimismo à parte, bem que administradores da Região, tidos como renovadores, poderiam avaliar políticas de transporte que incorporem a bicicleta no transporte. Se a idéia tem eficácia na Holanda, Inglaterra e Canadá, por exemplo, por que não pode dar certo aqui? A cultura lá fora é outra? Claro que sim, mas condutores de automóveis daqui podem perfeitamente se condicionar à nova educação no trânsito, podem assimilar regras primárias de respeito a ciclistas e pedestres.
Como manda o velho figurino, seriam recomendáveis, a princípio, campanhas educativas no trânsito. Ciclistas jamais podem trafegar sem capacetes. Sinalização de solo e vertical deve limitar velocidade em 40km/h. E ciclista que trafegar fora de corredores e faixas delimitaddos têm que ser advertidos. Placa de identificação de bicicleta também é vital.
Lógico que não deve haver tolerância com motoristas de automóveis que violarem espaço destinado a ciclistas. Depois disso, o jeito é transferir para a prática sábias palavras do saudoso radialista Nadir Roberto, de Piracicaba: “Ou vai ou racha, ou então arrebenta a caixa”. Trocado em miúdos: ou vai por bem ou vai por mal.
Na imponente Montreal - uma das mais importantes cidades do Canadá - a prefeitura implantou política cicloviária com corredores exclusivos para ciclistas. Até em largas avenidas congestionadas de veículos reservaram um cantinho pra quem pedala. Destinam faixas exclusivas para ciclistas e, assim, a bicicleta se transformou num importante meio de locomoção ao trabalho, escola e passeio. Claro que lá o ciclista não estaciona a ‘magrela’ rente sarjetas sem qualquer proteção a espera do larápio para furtá-la. Embora lá o índice de criminadade seja reduzidíssimo, também se observa o dito que ‘seguro morreu de velho’. Quer nas calçadas, quer rente às sarjetas, foram projetados postinhos apropriados para se laçar correntes a bicicletas. Também foi incluso no projeto construções de bicicletários, uma espécie de estacionamentos específicos para guardar magrelas sem risco de furto ou avaria.
Eis aí, portanto, um meio prático de se redescobrir valores sociais através da bicicleta. Pedaladas são vitais à manutenção da saúde e o condutor já não precisa fazer esforço descomunal para movimentá-la. Novas tecnologias, com variações de marchas, transformam subidas antes intransponíveis em ‘doce de coco’. Tudo isso sem enumerar a significativa economia no bolso do ciclista, que deixaria de desembolsar dinheiro para tarifas diárias de ônibus.
Uma vez implantado o projeto, com certeza patrões seriam sensíveis às exigências de construção de galpões para estacionamento de bicicletas, construções e ampliações de vestiários e multiplicação de chuveiros para o necessário banho do funcionário. E por aí vai.
A febre da bicicleta com certeza daria uma enxugada nos ônibus do transporte coletivo - notadamente nos horários de pico - e, por extensão, seria um indicativo para ‘fuga’ de veículos das ruas centrais das cidades.
Instalações de mais microcâmeras em quadriláteros centrais das cidades seriam providenciais. Flagrariam mais motoristas imprudentes e infratores - principalmente motoqueiros -, assim como identificarão e inibirão vândalos e assaltantes.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
O Ponto Negro
Recebi e-mail do amigo Ademir Bola, que de certo também deve ter recebido de outra pessoa, naquele esquema de repasse. É aquele tal e-mail em cadeia que propaga um assunto para reflexão. Boa leitura!
Um professor entrou na sala de aula e disse aos alunos para se prepararem para uma prova-relâmpago.
Todos acertaram suas filas, aguardando assustados o teste que viria.
O professor foi entregando, então, a folha da prova com a parte do texto virada para baixo, como era de costume.
Depois que todos receberam, pediu que desvirassem a folha.
Para surpresa de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro, no meio da folha.
O professor, analisando a expressão de surpresa que todos faziam, disse o seguinte:
- Agora, vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.
Todos os alunos, confusos, começaram, então, a difícil e inexplicável tarefa. Terminado o tempo, o mestre recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações em voz alta.
Todas, sem excepção, definiram o ponto negro, tentando dar explicações por sua presença no centro da folha.
Terminada a leitura, a sala em silêncio, o professor então começou a explicar:
- Esse teste não será para nota, apenas serve de lição para todos nós. Ninguém na sala falou sobre a folha em branco.
Todos centralizaram suas atenções no ponto negro. Assim acontece em nossas vida. Temos uma folha em branco inteira para observar e aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros. A vida é um presente da natureza dado a cada um de nós, com extremo carinho e cuidado.
Temos motivos para comemorar sempre. A natureza que se renova, os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá o sustento, os milagres que diariamente presenciamos. No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro!
O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, a decepção com um amigo.
Os pontos negros são mínimos em comparação com tudo aquilo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente.
Pense nisso!
Tire os olhos dos pontos negros de sua vida.
Aproveite cada bênção, cada momento que a natureza lhe dá.
Creia que o choro pode durar até o anoitecer, mas a alegria logo vem no amanhecer.
Tenha essa certeza, tranquilize-se e seja .... FELIZ.
Aproveite a folha em branco e partir desse ponto, desenhe todos os seus desejos e sonhos!!!Vamos parar de pensar no ponto Negro, e umÓTIMO DIA! E UMA ÓTIMA SEMANA
terça-feira, 21 de junho de 2011
Quatro informações úteis não divulgadas! Principalmente a QUARTA
1. Quem quiser tirar uma cópia da certidão de nascimento, ou de casamento, não precisa mais ir até um cartório, pegar senha e esperar um tempão na fila.
O cartório eletrônico, já está no ar! www.cartorio24horas.com.br
Nele você resolve essas (e outras) burocracias, 24 horas por dia, on-line. Cópias de certidões de óbitos, imóveis, e protestos também podem ser solicitados pela internet.
Para pagar é preciso imprimir um boleto bancário. Depois, o documento chega por Sedex.
Passe para todo mundo, que este é um serviço da maior importância.
2. DIVULGUE. É IMPORTANTE: AUXÍLIO À LISTA
Telefone 102... não!
Agora é: 08002800102
Vejam só como não somos avisados das coisas que realmente são
importantes......
NA CONSULTA AO 102, PAGAMOS R$ 1,20 PELO SERVIÇO.
SÓ QUE A TELEFÔNICA NÃO AVISA QUE EXISTE UM SERVIÇO
VERDADEIRAMENTE GRATUITO.
Não custa divulgar para mais gente ficar sabendo.
3. Importante: Documentos roubados - BO (boletim de occorrência) dá gratuidade - Lei 3.051/98 - VOCÊ SABIA???
Acho que grande parte da população não sabe, é que a Lei 3.051/98 que nos dá o direito de em caso de roubo ou furto (mediante a apresentação do Boletim de Ocorrência), gratuidade na emissão da 2ª via de tais documentos como:
Habilitação (R$ 42,97);
Identidade (R$ 32,65);
Licenciamento Anual de Veículo (R$ 34,11)..
Para conseguir a gratuidade, basta levar uma cópia (não precisa ser autenticada) do Boletim de Ocorrência e o original ao Detran p/ Habilitação e Licenciamento e outra cópia à um posto do IFP..
4) MULTA DE TRANSITO : essa você não sabia
No caso de multa por infração leve ou média, se você não foi multado pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar multa. É só ir ao DETRAN e pedir o formulário para converter a infração em advertência com base no Art. 267 do CTB. Levar Xerox da carteira de motorista e a notificação da multa.. Em 30 dias você recebe pelo correio a advertência por escrito. Perde os pontos, mas não paga nada.
Código de Trânsito Brasileiro
Art. 267 - Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa.
DIVULGUEM PARA O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS POSSÍVEL. VAMOS ACABAR COM A INDÚSTRIA DA MULTA!!!!
Gostaria, se possível, que cada um nãoguardasse a informação só para si
Saudações / Best Regards
Rodrigo Batista
DGS-EC/ENG32-LA
segunda-feira, 2 de maio de 2011
FRASE DE REFLEXÃO DO POLIVALENTE RUI BARBOSA
Há quase cem anos o genial Rui Barbosa (escritor, jurista, político, etc) já nos alertava sobre a profundidade nesta frase
“De tanto agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem começa a rir-se da honra, não acreditar na bondade, a ter vergonha de ser honesto”
quinta-feira, 10 de março de 2011
A vida
"A vida é uma peça de tratro que não permite ensaio. Por isso cante, chore, ria, dance e viva intensamente até que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos"
Charles Chaplin
A frase é curta, porém requer profunda reflexão. Interprete como quiser. Saiba, contudo, que você vai feder mesmo que faça opção para cremá-lo.
Charles Chaplin
A frase é curta, porém requer profunda reflexão. Interprete como quiser. Saiba, contudo, que você vai feder mesmo que faça opção para cremá-lo.
terça-feira, 8 de março de 2011
Liedson resolve
Os gols do atacante Liedson do Corinthians reforçaram os argumentos daqueles que distinguiam Ronaldo Fenômeno como estorvo no atual time. Também ajudaram no processo de cicatrização da ferida após a precoce eliminação do time na Copa Libertadores da América, e estabilizaram o então cambaleante técnico Tite.
Quanto custa Liedson para colocar ordem naquela casa bagunçada? Se muito salários mensais de cerca de R$ 300 mil, aproximadamente metade do valor se os cartolas concretizassem o plano A, a vinda do atacante Luís Fabiano, do Sevilla da Espanha. E quem garante que se ele viesse faria oito gols em seis partidas como é o retrospecto de Liedson?
A ganância do Sevilla ao rejeitar R$ 15 milhões oferecidos pelo Corinthians provocou marchas e contra-marcas nas negociações com o presidente corintiano André Sanches. Além dessa fortuna, o Timão ainda teria de desembolsar cerca de R$ 600 mil por mês ao jogador, uma desproporção salarial no elenco e com conseqüências imprevisíveis, até porque o currículo dele nem de longe se compara ao de Ronaldo.
Em futebol há males que vem para o bem. Com Liedson atropelando no time corintiano, sepultaram as chances de negócio com Luís Fabiano. A rigor, clube de futebol também precisa contar com as tais coincidências e sorte, principalmente no caso do Corinthians, duramente castigado no começo do ano.
Quanto custa Liedson para colocar ordem naquela casa bagunçada? Se muito salários mensais de cerca de R$ 300 mil, aproximadamente metade do valor se os cartolas concretizassem o plano A, a vinda do atacante Luís Fabiano, do Sevilla da Espanha. E quem garante que se ele viesse faria oito gols em seis partidas como é o retrospecto de Liedson?
A ganância do Sevilla ao rejeitar R$ 15 milhões oferecidos pelo Corinthians provocou marchas e contra-marcas nas negociações com o presidente corintiano André Sanches. Além dessa fortuna, o Timão ainda teria de desembolsar cerca de R$ 600 mil por mês ao jogador, uma desproporção salarial no elenco e com conseqüências imprevisíveis, até porque o currículo dele nem de longe se compara ao de Ronaldo.
Em futebol há males que vem para o bem. Com Liedson atropelando no time corintiano, sepultaram as chances de negócio com Luís Fabiano. A rigor, clube de futebol também precisa contar com as tais coincidências e sorte, principalmente no caso do Corinthians, duramente castigado no começo do ano.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Fenômeno ensinaria?
Meu editor Élcio Paiola, que prefere se comunicar através de lacônicos e-mails, ajuda a entupir minha caixa de mensagem com um pedido: - Ari, faz algo quente sobre Fenômeno.
No arquivo ioiô, aquele que vai e volta até a gente perder a conta, alerto que a mídia já escreveu e falou tudo sobre o homem, que esgotou o assunto. Ou quanto muito sobraram migalhas para explorar.
Habitualmente meu editor descarrega seu estresse por coisas até insignificantes, mas tem um jeitinho peculiar quando insiste numa pauta: - Você achará um caminho, meu sábio!
Com essa ‘puxada de saco’ sinto-me na obrigação de cavar um gancho no universo de citações sobre Ronaldo Fenômeno. Já que ele descarta atuar como treinador, coordenador técnico, dirigente de futebol remunerado, que tal ser bem pago para ensinar atacantes os caminhos do gol ?
O Flamengo inovou ao lançar o ex-centroavante Nunes como treinador de atacante e alguns clubes europeus também aderiram à filosofia, sem que se tivesse informação de sucesso na empreitada. Claro que com o Fenômeno a situação seria diferente. Com certeza transmitiria aos discípulos a frieza ao ficar na cara do goleiro adversário. Exorcizaria o medo da maioria de perder o gol. Ensinaria o momento prazeroso com a oportunidade de empurrar a bola para a rede.
Claro que habilidade é coisa nata do atleta. No entanto, com o Fenômeno como professor, os pupilos observariam atentamente sua arrancada com a bola e o balanço para se desvencilhar do adversário. Já que a ‘treinadorzada’ ganha rios de dinheiro e não entra em campo para marcar gols, que tal transferir esse dinheirão para alguém ‘formar’ goleadores.
Sei que os apressadinhos dirão que o Fenômeno recusaria tal proposta. Citarão que a cabeça dele, agora, está voltada para deslanchar sua agência de futebol e agilizar projetos de marketing. Será? Não se esqueçam que Ronaldo terá de treinar obrigatoriamente, senão vai se assustar com o peso equivalente a três dígitos no visor da balança. E já que terá que se exercitar, que tal repetir aquilo que sempre fez sem a pressão da torcida?
A rigor, faltou alguém sugerir ao Fenômeno que encampasse essa idéia sem abandonar prematuramente o futebol. De vez quando poderia entrar no time corintiano e assim levaria a cabo o propósito de parar de vez apenas no final do ano.
ariovaldo-izac@ig.com.br
domingo, 23 de janeiro de 2011
Sexo anal
Numa daquelas intermináveis noites de insônia, ano passado, tendo a televisão como companhia, deparo-me com o apresentador Jô Soares, da Rede Globo, polemizando sobre o sugestivo tema sexualidade com o seu convidado (não me recordo o nome), e aí o sono fugiu de vez.
Com a habitual irreverência, Jô Soares viajava no tempo e lembrava de décadas entre 50 e 70 em que a adolescente preservava a virgindade para o casamento, sem contudo deixar de se relacionar sexualmente. Várias moças admitiam a prática do sexo anal com o namoradinho ou paquera, na vã ilusão que assim continuavam preservadas.
Rapazes da época descriminavam mulheres que perdiam virgindade antes do casório e evitavam namorá-las. A maioria fazia questão de conferir se o hímen havia sido rompido, e após certificar o ‘ lacre’ intacto dava continuidade ao namoro.
Evidente que o fulano sequer considerava a hipótese da parceira ter-se relacionado com outro homem praticando sexo anal. Assim, ela podia fingir que estava tudo certo e ele igualmente ignorar que havia algo errado.
Pô, Jô Soares. Cada detalhe que você coloca em discussão, hein!
Com a habitual irreverência, Jô Soares viajava no tempo e lembrava de décadas entre 50 e 70 em que a adolescente preservava a virgindade para o casamento, sem contudo deixar de se relacionar sexualmente. Várias moças admitiam a prática do sexo anal com o namoradinho ou paquera, na vã ilusão que assim continuavam preservadas.
Rapazes da época descriminavam mulheres que perdiam virgindade antes do casório e evitavam namorá-las. A maioria fazia questão de conferir se o hímen havia sido rompido, e após certificar o ‘ lacre’ intacto dava continuidade ao namoro.
Evidente que o fulano sequer considerava a hipótese da parceira ter-se relacionado com outro homem praticando sexo anal. Assim, ela podia fingir que estava tudo certo e ele igualmente ignorar que havia algo errado.
Pô, Jô Soares. Cada detalhe que você coloca em discussão, hein!
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Comunicadores do passado
Em 1979 o saudoso radialista campineiro Renato Silva apresentava um programa musical em sua cidade, na Rádio Brasil, e durante as duas horas diárias no ar fazia questão de repetir aos ouvintes que as atrações naquele espaço eram ele e cantores do tipo Benito de Paula, Tim Maia e Roberto Carlos, entre outros.
O coração generoso de Renato Silva parou de bater há mais de uma década, mas ficou uma história de criatividade e caracterização do homem de rádio. Cada programa era finalizado com ‘sacadas’ sarcásticas. Um dia retratava a indesmentível realidade da ‘barata vida que não atravessa galinheiro’. Outro dia, num característico desfecho, citava que ‘quem beijou, beijou; quem não beijou não beija mais. Feche o caixão e siga o enterro’.
Cabe o registro do espirituoso Renato para se traçar comparação com uma geração de profissionais de rádio e televisão sem balanço, sem tempero e que mal lê o script. São derrapadas outrora inadmissíveis. São profissionais robotizados, desprovidos da indispensável inflexão do homem de rádio.
Quanta mudança na comunicação eletrônica! Quanta saudade de criativos e até atrevidos apresentadores de programa de televisão. Quem ousa, hoje, cometer a insensatez de quebrar o disco do cantor na ‘cara’ dele, como fazia o irreverente Flávio Cavalcante? E mais: até para anunciar intervalos do programa adotava o gesto característico de levantar o dedo indicador, e após breve pausa dizia: “Nossos comerciais por favor”.
Se até a década de 80 Flávio Cavalcante invadia lares brasileiros através do tubo de televisão, o jornalista Ferreira Neto se manteve no ar durante 37 anos, até 2002, quando faleceu. É atribuído a ele o pioneirismo em debates na televisão de candidatos a cargos públicos. Exceto a Rede Globo, Ferreira passou pelos principais veículos de São Paulo e criou o imaginário personagem ‘Leo’, com quem simulava um diálogo ao telefone. Na ocasião abordava temas da atualidade, principalmente sobre política e economia. O tal telefone vermelho tocava a cada início de programa e o conservador Ferreira geralmente destinava seu veneno contra o PT anarquista da época. Parecia até que o amigo Léo entendia e concordava com quase tudo. Depois da introdução, o jornalista deixava o circo pegar fogo literalmente, nas ásperas discussões de correntes antagônicas.
O coração generoso de Renato Silva parou de bater há mais de uma década, mas ficou uma história de criatividade e caracterização do homem de rádio. Cada programa era finalizado com ‘sacadas’ sarcásticas. Um dia retratava a indesmentível realidade da ‘barata vida que não atravessa galinheiro’. Outro dia, num característico desfecho, citava que ‘quem beijou, beijou; quem não beijou não beija mais. Feche o caixão e siga o enterro’.
Cabe o registro do espirituoso Renato para se traçar comparação com uma geração de profissionais de rádio e televisão sem balanço, sem tempero e que mal lê o script. São derrapadas outrora inadmissíveis. São profissionais robotizados, desprovidos da indispensável inflexão do homem de rádio.
Quanta mudança na comunicação eletrônica! Quanta saudade de criativos e até atrevidos apresentadores de programa de televisão. Quem ousa, hoje, cometer a insensatez de quebrar o disco do cantor na ‘cara’ dele, como fazia o irreverente Flávio Cavalcante? E mais: até para anunciar intervalos do programa adotava o gesto característico de levantar o dedo indicador, e após breve pausa dizia: “Nossos comerciais por favor”.
Se até a década de 80 Flávio Cavalcante invadia lares brasileiros através do tubo de televisão, o jornalista Ferreira Neto se manteve no ar durante 37 anos, até 2002, quando faleceu. É atribuído a ele o pioneirismo em debates na televisão de candidatos a cargos públicos. Exceto a Rede Globo, Ferreira passou pelos principais veículos de São Paulo e criou o imaginário personagem ‘Leo’, com quem simulava um diálogo ao telefone. Na ocasião abordava temas da atualidade, principalmente sobre política e economia. O tal telefone vermelho tocava a cada início de programa e o conservador Ferreira geralmente destinava seu veneno contra o PT anarquista da época. Parecia até que o amigo Léo entendia e concordava com quase tudo. Depois da introdução, o jornalista deixava o circo pegar fogo literalmente, nas ásperas discussões de correntes antagônicas.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Piadinha de hyper game
Infelizmente uma importante rede de televisão - sabe-se lá por que razão - permite que se insira em sua programação um quadro no mínimo questionável, caso do hyper game.
O formato do programa é colocar na tela um quebra-cabeça com letras embaralhadas, de forma que o telespectador possa ordená-las para formar uma palavra. Claro que um(a) apresentador(a) comunicativo incita as pessoas a participarem do jogo.
Através dos convencionais toques no controle eletrônico da TV, cheguei a tal programação na manhã deste 2 de janeiro. Na ocasião vi um morador de Campinas ganhar R$ 1 mil ao acertar a palavra Alejandro em pouco tempo, e o fato provocou curiosidade.
Quis observar novos desafios aos telespectadores e deparei-me com um ilustrado diagrama quadrado de três letras dispostas verticalmente e três na horizontal, anulando-se uma delas porque a palavra procurada continha oito letras.
O jogo indicava que a palavra correta era Maurício, e bastaram dois minutos para que chegasse à conclusão. Ingenuamente me aventurei a ligar para o número indicado, de telefonia móvel e de São José dos Campos. O atendimento programado foi de secretária eletrônica, com preâmbulo sobre as regras do jogo. Foi explicado que inicialmente teria que me submeter a uma sabatina de conhecimentos gerais, que condicionava a participação ao vivo no citado programa caso tivesse a melhor pontuação entre os concorrentes. As três primeiras perguntas se concentraram sobre esporte e respondi de imediato como falsa a afirmação de que o técnico Luiz Felipe Scolari foi tetracampeão brasileiro na Copa do Mundo de 1994, e igualmente falsa a vinculação do atleta Robinho ao clube espanhol Real Madrid. Citei como verdadeira a pergunta sobre o título mundial conquistado pela Seleção Brasileira de Futebol no Chile em 1962. Depois confirmei que o tomate se enquadrava na classificação dos frutos e parei. Constatei que as perguntas se multiplicariam, projetei a perda de um tempão com perguntas intermináveis, imaginei-me envolvido em uma pegadinha que elevaria minha conta de telefone fixo às nuvens e aí minha ficha caiu. Como convém àqueles que percebem manobras, bati o telefone, sem contudo mudar de canal.
A mocinha animadora do programa mantinha a estratégia de flertar incautos para ligarem no número de celular exibido na tela. E dá-lhe ligações! Só meia hora depois ‘botaram’ no ar um paulistano para citar o nome correto da palavra, com o compromisso de premiá-lo em R$ 2 mil.
Claro que no churrasco familiar da tarde coloquei o assunto em pauta, sem que a maioria se surpreendesse. Um de meus irmãos confessou ter ficado preso na linha telefônica dos organizadores deste jogo por mais de uma hora, recentemente. Indignado, afirmou ter acertado mais de 90% das perguntas formuladas, sem que fosse selecionado para responder a pergunta indicada no ar.
Parece que o tal hyper game me persegue. Castigado pela terrível insônia na madrugada do terceiro dia de 2011, e brincando com o sobe e desce do controle eletrônico da TV, novamente deparei com a mocinha do dia anterior induzindo o telespectador para o manjado jogo. Pior: ganhou a companhia de um rapaz igualmente comunicativo, que mostrava na tela uma espécie de pirâmide com as letras r, d, o, r, o, e, n, b, z e a. Aí, ambos lançaram o desafio para descobrirem qual a palavra seria formada com aquelas letras.
Depois de um tempo, como se tivessem dando ‘lambuja’ ao telespectador, indicaram a pista da palavra informando que ‘tem na praia’. Pronto. Foi o suficiente para matar a charada. A palavra em questão era bronzeador, e nem por isso colocaram no ar algum ‘sujeito’ para a resposta. Irritava a capacidade de extrapolar da mocinha: “Se você não ligar, não merece nada. Merece vaia, como a minha diretora”.
Foi a gota d’água. Depois de mais de uma hora de enrolação, desliguei a televisão. Felizmente logo em seguida comecei a roncar, citam testemunhas. E quem ficou acordado?
O formato do programa é colocar na tela um quebra-cabeça com letras embaralhadas, de forma que o telespectador possa ordená-las para formar uma palavra. Claro que um(a) apresentador(a) comunicativo incita as pessoas a participarem do jogo.
Através dos convencionais toques no controle eletrônico da TV, cheguei a tal programação na manhã deste 2 de janeiro. Na ocasião vi um morador de Campinas ganhar R$ 1 mil ao acertar a palavra Alejandro em pouco tempo, e o fato provocou curiosidade.
Quis observar novos desafios aos telespectadores e deparei-me com um ilustrado diagrama quadrado de três letras dispostas verticalmente e três na horizontal, anulando-se uma delas porque a palavra procurada continha oito letras.
O jogo indicava que a palavra correta era Maurício, e bastaram dois minutos para que chegasse à conclusão. Ingenuamente me aventurei a ligar para o número indicado, de telefonia móvel e de São José dos Campos. O atendimento programado foi de secretária eletrônica, com preâmbulo sobre as regras do jogo. Foi explicado que inicialmente teria que me submeter a uma sabatina de conhecimentos gerais, que condicionava a participação ao vivo no citado programa caso tivesse a melhor pontuação entre os concorrentes. As três primeiras perguntas se concentraram sobre esporte e respondi de imediato como falsa a afirmação de que o técnico Luiz Felipe Scolari foi tetracampeão brasileiro na Copa do Mundo de 1994, e igualmente falsa a vinculação do atleta Robinho ao clube espanhol Real Madrid. Citei como verdadeira a pergunta sobre o título mundial conquistado pela Seleção Brasileira de Futebol no Chile em 1962. Depois confirmei que o tomate se enquadrava na classificação dos frutos e parei. Constatei que as perguntas se multiplicariam, projetei a perda de um tempão com perguntas intermináveis, imaginei-me envolvido em uma pegadinha que elevaria minha conta de telefone fixo às nuvens e aí minha ficha caiu. Como convém àqueles que percebem manobras, bati o telefone, sem contudo mudar de canal.
A mocinha animadora do programa mantinha a estratégia de flertar incautos para ligarem no número de celular exibido na tela. E dá-lhe ligações! Só meia hora depois ‘botaram’ no ar um paulistano para citar o nome correto da palavra, com o compromisso de premiá-lo em R$ 2 mil.
Claro que no churrasco familiar da tarde coloquei o assunto em pauta, sem que a maioria se surpreendesse. Um de meus irmãos confessou ter ficado preso na linha telefônica dos organizadores deste jogo por mais de uma hora, recentemente. Indignado, afirmou ter acertado mais de 90% das perguntas formuladas, sem que fosse selecionado para responder a pergunta indicada no ar.
Parece que o tal hyper game me persegue. Castigado pela terrível insônia na madrugada do terceiro dia de 2011, e brincando com o sobe e desce do controle eletrônico da TV, novamente deparei com a mocinha do dia anterior induzindo o telespectador para o manjado jogo. Pior: ganhou a companhia de um rapaz igualmente comunicativo, que mostrava na tela uma espécie de pirâmide com as letras r, d, o, r, o, e, n, b, z e a. Aí, ambos lançaram o desafio para descobrirem qual a palavra seria formada com aquelas letras.
Depois de um tempo, como se tivessem dando ‘lambuja’ ao telespectador, indicaram a pista da palavra informando que ‘tem na praia’. Pronto. Foi o suficiente para matar a charada. A palavra em questão era bronzeador, e nem por isso colocaram no ar algum ‘sujeito’ para a resposta. Irritava a capacidade de extrapolar da mocinha: “Se você não ligar, não merece nada. Merece vaia, como a minha diretora”.
Foi a gota d’água. Depois de mais de uma hora de enrolação, desliguei a televisão. Felizmente logo em seguida comecei a roncar, citam testemunhas. E quem ficou acordado?
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