Há “centos” anos os porcalhões de plantão mascam chiclete exageradamente. Mesmo depois de sugar o sabor de fruta e do açúcar, o sujeito insiste com aquela goma de mascar na boca, com o incansável e detestável movimento de vaivém do maxilar. Pior: masca fazendo barulho, pouco se importando com o incômodo provocado àqueles situados ao redor. E tem aqueles chatérrimos que, de vez em quando, de forma provocativa, fazem aquelas bolhas infláveis entre os lábios e assopram insistentemente até explodirem. Aí, divertem-se com o barulho.
Não bastasse esse cenário deprimente, tem porcalhões multiplicado por dois. São aqueles que abusam de todos os inconvenientes citados e, por fim, ainda cospem o judiado chiclete em mictórios públicos.
Portanto, afora o dissabor pelo mau cheiro inerente ao local, da constatação de gente apressada que briga por espaço para “desaguar” a urina, de exibicionistas que deixam à mostra pênis avantajado, você ainda se enoja com o tal chiclete lançado indevidamente no mictório.
Que gente porca! Será que esse insensato teria coragem de por a mão em resíduo de urina dos outros para recolher o chiclete ali jogado? Tá certo que o faxineiro(a) usa luvas para se resguardar do contato direto da mão no interior do mictório. Nem por isso merecia tamanha provocação. Concorda?
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