O
processo esquenta pró-impeachment da presidente Dilma Roussef, através da
população brasileira, começou morno, bem aquém das expectativas.
Vozes
do asfalto ecoaram timidamente neste domingo, para regozijo de petistas e
aliados que, por interesses diversos, ainda se encorajam na impopular defesa do
indefensável.
Se o
coro ‘Fora Dilma’ não for intensificado nas próximas manifestações populares de
protesto - caso haja tempo para isso -, jamais congressistas pró-governo vão se
sensibilizar para a retomada da governabilidade com mudanças.
O
barulho das ruas serve de bússola para condução do parlamentar. Se o som
produzido pela população se assemelhar ao estilo contralto, de certo não
prosperará o processo de impedimento da presidente que tramita na Câmara
Federal, processo que petistas e aliados insistem em qualificar indevidamente
como tentativa de golpe.
Claro
que faltou divulgação maciça sobre as manifestações em veículos de comunicação,
mas é fato inconteste que a população em geral se desestimulou marchar em ruas
e avenidas deste país para demonstrar irritação pelo estado de coisas que estão
aí.
Economia
em frangalhos, desemprego, recessão e crise política parecem indiferentes à
maioria da população. Do contrário, seria aumentado o ‘quórum’ daqueles que
gritam ‘Fora Dilma’.
Novas
manifestações virão. Se você entender que o atoleiro o está atingido, mova-se.
Pelo menos faça de conta que você é partícipe do processo.
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