Já dizia o jornalista Milton
Neves que o futebol é a coisa mais importante entre as menos importante. Sendo
assim, neste reinado de Momo ele acaba relegado a segundo plano.
Então, em tempo de desamor
ainda somos surpreendidos pelo romantismo de outrora.
Como é lindo deparar com
adolescentes que de uma atração inicial se dispuseram ao amplo e mútuo conhecimento.
Aí, aquela paixãozinha
juvenil ganha contornos de cumplicidade, encantamento e descoberta de que um é a
outra metade da laranja de outro.
Ótimo que tudo isso tenha se
prolongado sem perda da racionalidade. Princípios religiosos e adequada
formação familiar continuam como ‘ferramentas ‘
preponderantes para o real amadurecimento.
Estreita ligação à igreja
reforça ensinamentos bíblicos e propicia relacionamentos pessoais com pessoas tementes a
Deus e princípios de generosidade.
O bom berço oferecido pelos pais
é senhor dos senhores. Educação à moda antiga que mescla carinho, respaldo e indispensável
rédeas curtas sabidamente é o caminho mais indicado como antídoto à
transgressão.
Depois, o tempo é senhor da
razão. Pacientemente começa-se a construção do lar. Percalços são driblados até
o dia supremo do encontro no altar de igreja, com testemunho de parentes e amigos
convidados à celebração matrimonial.
Todo este enredo ainda é
síntese para constatação de que nesta supersticiosa sexta-feira 13 de fevereiro
de 2015 Phelipe e Talita selaram pacto de novos marido e mulher.
A história de romantismo que
ambos juraram se perpetuar é clara mostragem que nem tudo está perdido num
planeta imerso em falsidade e perversidade.
Que Deus abençoe o novo
casal.
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