sábado, 14 de fevereiro de 2015

Igreja e bom berço são bons caminhos preparatórios ao casamento

 Já dizia o jornalista Milton Neves que o futebol é a coisa mais importante entre as menos importante. Sendo assim, neste reinado de Momo ele acaba relegado a segundo plano.
Então, em tempo de desamor ainda somos surpreendidos pelo romantismo de outrora.
Como é lindo deparar com adolescentes que de uma atração inicial se dispuseram ao amplo e mútuo conhecimento.
Aí, aquela paixãozinha juvenil ganha contornos de cumplicidade, encantamento e descoberta de que um é a outra metade da laranja de outro.
Ótimo que tudo isso tenha se prolongado sem perda da racionalidade. Princípios religiosos e adequada formação familiar continuam como ‘ferramentas  ‘ preponderantes para o real amadurecimento.
Estreita ligação à igreja reforça ensinamentos bíblicos e propicia relacionamentos pessoais com pessoas tementes a Deus e princípios de generosidade.
O bom berço oferecido pelos pais é senhor dos senhores. Educação à moda antiga que mescla carinho, respaldo e indispensável rédeas curtas sabidamente é o caminho mais indicado como antídoto à transgressão.
Depois, o tempo é senhor da razão. Pacientemente começa-se a construção do lar. Percalços são driblados até o dia supremo do encontro no altar de igreja, com testemunho de parentes e amigos convidados à celebração matrimonial.
Todo este enredo ainda é síntese para constatação de que nesta supersticiosa sexta-feira 13 de fevereiro de 2015 Phelipe e Talita selaram pacto de novos marido e mulher.
A história de romantismo que ambos juraram se perpetuar é clara mostragem que nem tudo está perdido num planeta imerso em falsidade e perversidade.
Que Deus abençoe o novo casal.


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