Numa daquelas intermináveis noites de insônia, ano passado, tendo a televisão como companhia, deparo-me com o apresentador Jô Soares, da Rede Globo, polemizando sobre o sugestivo tema sexualidade com o seu convidado (não me recordo o nome), e aí o sono fugiu de vez.
Com a habitual irreverência, Jô Soares viajava no tempo e lembrava de décadas entre 50 e 70 em que a adolescente preservava a virgindade para o casamento, sem contudo deixar de se relacionar sexualmente. Várias moças admitiam a prática do sexo anal com o namoradinho ou paquera, na vã ilusão que assim continuavam preservadas.
Rapazes da época descriminavam mulheres que perdiam virgindade antes do casório e evitavam namorá-las. A maioria fazia questão de conferir se o hímen havia sido rompido, e após certificar o ‘ lacre’ intacto dava continuidade ao namoro.
Evidente que o fulano sequer considerava a hipótese da parceira ter-se relacionado com outro homem praticando sexo anal. Assim, ela podia fingir que estava tudo certo e ele igualmente ignorar que havia algo errado.
Pô, Jô Soares. Cada detalhe que você coloca em discussão, hein!
Com a habitual irreverência, Jô Soares viajava no tempo e lembrava de décadas entre 50 e 70 em que a adolescente preservava a virgindade para o casamento, sem contudo deixar de se relacionar sexualmente. Várias moças admitiam a prática do sexo anal com o namoradinho ou paquera, na vã ilusão que assim continuavam preservadas.
Rapazes da época descriminavam mulheres que perdiam virgindade antes do casório e evitavam namorá-las. A maioria fazia questão de conferir se o hímen havia sido rompido, e após certificar o ‘ lacre’ intacto dava continuidade ao namoro.
Evidente que o fulano sequer considerava a hipótese da parceira ter-se relacionado com outro homem praticando sexo anal. Assim, ela podia fingir que estava tudo certo e ele igualmente ignorar que havia algo errado.
Pô, Jô Soares. Cada detalhe que você coloca em discussão, hein!