terça-feira, 20 de setembro de 2022

Campinas andando pra trás

Que decadência a área central de Campinas!

Prova disso é a queda brutal de transeuntes perambulando por lá.

Lojas fechadas aos montes, com predominância de placas de aluga-se e vende.

Neste cenário, quem se ferra redondamente são comerciantes, com lojas vazias e IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) altíssimo.

Se faltam clientes, sobram moradores de ruas, que enfeiam o local ao estenderem cobertores em calçadas e repousarem sob o domínio de bebidas.

E quem percorrer no Centro de Campinas na hora do almoço e o estômago 'roncar', saiba que já cobra-se até R$ 6,5 por cem grama de comida, aquela definida por peso.

ELEIÇÃO

Véspera de eleição, lá estão candidatos e as suas respectivas comitivas com a vã e superada promessa de luta pela educação e saúde.

Com certeza, se comunicariam melhor à população se estendessem placas denunciando deputados que votaram favoráveis à continuidade de saidinha de presos, principalmente aqueles do PT, que votaram em peso a favor dos bandidos.

Por sinal, de bandidos eles entendem bem, pois apoiam os seus amiguinhos de partido que foram presos.

Depois que bandido com provas foi solto por engenharia jurídica, as pessoas perderam a noção do que é certo e errado.

No ônibus, mulher exige que seu filho - de altura superior à roleta - se arraste no chão para não pagar tarifa.

Ainda em ônibus, há comodismo até de senhorinha virar a roleta, ao passar o cartão, e posteriormente buscar assento em banco perto do motorista.

Nesta farra de descer pela porta da frente, já flagrei a safadeza daqueles que nem cartões passaram e foram no embalo, na cara do condutor do veículo, que fez de conta que não viu.

Aí, quando piso novamente em casa, o desalento: pesquisas que apontam o ladrão à frente na disputa presidencial.

Acreditar ou não nas pesquisas, o certo é que as pessoas passam a acreditar que o ladrão está à frente, começam a se convencer que ele foi inocentado, apesar de todas as evidências contrárias.

Enfim, vivemos o apocalipse. Vivemos época em que o poste mija no cachorro.