Leiam atentamente o texto abaixo:
(texto enviado pelo amigo Nakano)
Todas às vezes que os senhores se envolverem em acidente de trânsito, cujo terceiro seja um motoqueiro, façam um BO (boletim de ocorrência)independentemente de serem culpados ou não.
Têm ocorrido fatos em que o motoqueiro é o culpado e tenta fazer um acordo no local. Diz que está bem, e não quer socorro médico.
Só que, depois, ele vai a um distrito policial,registra um BO e alega que o veículo fugiu do local sem prestar socorro, cobrando, na justiça, dias parados, conserto da moto e etc...
Na maioria dos casos, as testemunhas do motoqueiro são outros motoqueiros.
Isso é um fato, pois está ocorrendo com muita freqüência. Portanto, não caia na conversa do motoqueiro que diz não ter acontecido nada.
Em um dos casos recentes a pessoa envolvida foi até a delegacia registrar BO, e eis que, quando chega à delegacia, lá estavam os tais amigos do motoqueiro tentando registrar BO de ausência de socorro.
É sugerido, além disso, o seguinte em caso de acidente com motos: registrar, fotografar (agora com celular é fácil até fazer um filminho), pegar nome de testemunhas....
Leiam o relato abaixo de um sinistro com um de nossos segurados:
No mês de abril de 2009, o carro do meu filho foi abalroado na TRASEIRA, num farol fechado, por uma motoqueira com outra na garupa. A moto caiu e a garupa ficou com a perna embaixo da moto.
Meu filho filmou a placa da moto e obteve telefone com a garupa. Telefone inexistente.
Um funcionário da CET, que estava próximo, acionou o resgate e a motoqueira mandou cancelar.
Como ela não quis ser socorrida, o marronzinho pediu para que saíssem do local, sem antes orientar meu filho de que seria interessante registrar um BO. Foi o que fizemos na mesma tarde.
Um mês depois, recebi telefonema "em casa" da dita cuja, querendo fazer um acordo, dizendo que o conserto da moto estava por volta de R$800 e que a garupa machucou muito a perna, estando 20 dias sem poder trabalhar.
Por ela não ter aceito o atendimento do resgate, disse que não teria acordo nenhum.
Mais um mês se passou (junho)e recebi uma intimação policial na minha casa, para me apresentar no distrito das Perdizes, para prestar depoimento por "OMISSÃO DE SOCORRO".
Chegando lá, soubemos que havia sido registrado um BO e elas tinham passado quatro dias depois no IML (Instituto Médico Legal) para fazer exame de corpo de delito.
Fizemos os depoimentos: meu filho como condutor e eu como proprietário do veículo. O carro passou por perícia policial e o caso está com minha advogada para provar que não houve omissão de socorro. Felizmente o nosso BO foi feito antes do delas e tínhamos o nome do policial que atendeu a ocorrência, bem como sabíamos a hora exata que o chamado do resgate foi cancelado. Mesmo assim, a dor de cabeça e trabalheira estão sendo grandes.
ISTO É MUITO IMPORTANTE !!!
QUEM NÃO FOR MOTORISTA, REPASSE AOS AMIGOS.
"O êxito da vida não se mede pelo caminho que você conquistou, mas sim pelas dificuldades que superou no caminho"
(Abraham Lincoln)
EDER LINCOLN
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Galera
Bons tempos em que a expressão “galera” servia exclusivamente para identificar torcedores de futebol em estádios. De certo, a bela expressão foi criada por frasistas de plantão do Rio de Janeiro, espirituosos por causa da forte influência do berço de sacadas imortalizadas.
Infelizmente, de uns tempos a esta parte, enfiaram-nos, goela abaixo, o termo galera como sinônimo de um grupo de pessoas em qualquer situação, mesmo que reduzido. Bastam três ou mais camaradas se reunirem para que os identifiquem como galera.
“Valeu galera”, eles dizem. Valeu nada. Ficamos com a real configuração de galera, que deveria se restringir a torcedores de futebol nos estádios.
Infelizmente, de uns tempos a esta parte, enfiaram-nos, goela abaixo, o termo galera como sinônimo de um grupo de pessoas em qualquer situação, mesmo que reduzido. Bastam três ou mais camaradas se reunirem para que os identifiquem como galera.
“Valeu galera”, eles dizem. Valeu nada. Ficamos com a real configuração de galera, que deveria se restringir a torcedores de futebol nos estádios.
Abraço suspeito
Que babaquice é aquele abraço aparentemente afetuoso e prolongado de artista em apresentador de televisão e vice-versa. Até parece que são íntimos, não se encontram há anos, e fazem questão de matar saudade.
Ainda bem que pelo menos uma minoria de apresentadores foge do disfarce, e entre eles está o original Fausto Silva, o Faustão, da TV Globo. Jornalista da velha guarda - e dos bons -, aprendeu ainda jovem a se esquivar do abraço suspeito, conforme um consagrado dito popular: “Quem me ver abraçado com homem, pode apartar que é briga”.
A propósito, já que o foco é artista de TV, causa surpresa a interpretação bem aquém do esperado da talentosa atriz Thaís Araújo, no papel de Helena, na novela “Viver a Vida”. No capítulo deste dia 18 de fevereiro, a protagonista eleva o tom de voz no diálogo com a pequena Rafaela, filha da personagem Dora, sem que a sua expressão facial fosse de alguém irado.
Digamos que seria até compreensível interpretações sem o devido brilho da nova leva de atrizes globais desprovidas de talento para o exercícios da profissão. Convenhamos: de Thaís Araújo, exatamente porque sabe trabalhar como poucas, temos o direito de cobrar bem mais.
Ainda bem que pelo menos uma minoria de apresentadores foge do disfarce, e entre eles está o original Fausto Silva, o Faustão, da TV Globo. Jornalista da velha guarda - e dos bons -, aprendeu ainda jovem a se esquivar do abraço suspeito, conforme um consagrado dito popular: “Quem me ver abraçado com homem, pode apartar que é briga”.
A propósito, já que o foco é artista de TV, causa surpresa a interpretação bem aquém do esperado da talentosa atriz Thaís Araújo, no papel de Helena, na novela “Viver a Vida”. No capítulo deste dia 18 de fevereiro, a protagonista eleva o tom de voz no diálogo com a pequena Rafaela, filha da personagem Dora, sem que a sua expressão facial fosse de alguém irado.
Digamos que seria até compreensível interpretações sem o devido brilho da nova leva de atrizes globais desprovidas de talento para o exercícios da profissão. Convenhamos: de Thaís Araújo, exatamente porque sabe trabalhar como poucas, temos o direito de cobrar bem mais.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Lembrança de Dionísio Pivatto
Na condição de articulista do Portal Futebol Interior, produzi um texto sobre um dos mais destacados narradores esportivo de Campinas, caso de Dionísio Pivatto, que hoje já não está entre nós, e que sempre comemorou de forma efusiva o Dia do Radialista (21 de setembro) e o Dia do Rádio (25 de setembro), fato que hoje já não acontece mais.
Discípulos do mestre de jornalismo Eduardo Mattos aprenderam a opinar em coluna esportiva de forma impessoal. Permita-me, caro leitor, contrariar os ensinamentos e hoje usar o verbo na primeira pessoa do singular, que, concordo, reflete de forma até arrogante. Há circunstâncias, contudo, que é aplicável para reprodução fiel de diálogos e precisão da narração. Portanto, está justificado.
Outrora o Dia do Radialista e Dia do Rádio eram comemorados efusivamente. Profissionais da área se enchiam de orgulho, com confraternizações.
Evidente que esse negócio de comemoração de dia disso ou dia daquilo ficou fora de moda, exceto Dia dos Pais, Dia das Mães, Dia dos Namorados e Natal por motivos óbvios: apelo do comércio pelos presentes.
De qualquer forma, embora tardiamente, a coluna estende os cumprimentos a todos os radialistas. A final, contrariaram pessimistas de plantão que projetaram o sepultamento do rádio com o advento da televisão. Está provado que ambos podem repartir os espaços e isso é ótimo.
Feita esta introdução, que no jargão jornalístico é chamada de “nariz de cera”, façamos justiça àquele que foi um fenômeno na narração esportiva em Campinas: Dionísio José Pivatto, sugado pelas traiçoeira águas do Rio Atibaia em 1988.
Dionísio estava no auge da carreira, na Rádio Brasil, quando foi contratado pela antiga Rádio Educadora - hoje Rádio Bandeirantes - a peso de ouro. E logo na estréia, na casa nova, já arrastou uma multidão de ouvintes que o acompanhava. Mil planos na cabeça e subitamente morreu afogado quando fazia aquilo que mais gostava fora do rádio: pescaria, num sábado tarde/noite.
Na véspera da morte, irradiante, transmitiu no Estádio do Canindé o jogo Corinthians e Ponte Preta, o único realizado pela Ponte quando quis entrar pelas portas dos fundos no Paulistão de 1988, respaldada por uma medida liminar. A Ponte foi boicotada por todos outros adversários. Entrava em campo, dava a saída de bola após apito inicial do árbitro, e depois gastava o tempo exigido por causa da ausência do adversário.
E na citada sexta-feira, Dionísio esgoelou como de costume na transmissão, mal sabendo que a sua missão profissional acabava naquela noite, após um dia recompensado com fechamento de novos contratos publicitários. E antes do jogo ele me convidou para dividirmos um “peixinho” no jantar, em restaurante nas imediações do estádio. E sem rodeios propôs que eu retornasse à antiga casa, ao revelar a intenção de montar uma equipe de “ponta”, desconsiderando que ele era o “puxador do samba”, e os demais meros coadjuvantes.
Infelizmente, Dionísio não me deu tempo para ponderar troca de emissora de rádio e possibilidade de conciliação com atividade em jornal. Partiu de forma estúpida e com o agravante da dificuldade para localização de seu corpo. Ainda bem que naquele jantar foi possível lhe revelar fato presenciado meses antes, quando ele ainda militava na Rádio Brasil. Na ocasião, meu velho Fusquinha havia me deixado no meio do caminho do Estádio Moisés Lucarelli, e o ônibus urbano não só me socorreu como permitiu flagrar, no percurso restante a pé, até o campo da Ponte, aproximadamente 20rádios ligados na abertura da jornada esportiva.
E sabem qual a proporção favorável a Dionísio Pivatto para a concorrência? Todos os rádios estavam ligados na transmissão do Dionísio, ou melhor, na Rádio Brasil.
Quando relatei o fato com esse detalhamento, ele ficou arrepiado, incrédulo. Embora convicto da liderança de audiência no rádio esportivo de Campinas, jamais imaginava que fosse de forma massacrante, um rolo compressor sobre nós, de outras emissoras.
Embora eu fosse repórter - portanto sem concorrer diretamente com narradores -, confesso que na ocasião fiquei intrigado, questionando o que faria no estádio empunhando microfone de emissora concorrente, se todos queriam escutar o Dionísio com os seus jargões do tipo “é fogo na fundanga”, quando se referia a lances com projeção de gol.
O jargão ficou tão marcado que ele ganhou o apelido de Fundanga. Era um profissional que fazia das transmissões um show. E quando fechava o microfone, convicto da missão cumprida, transformava-se em uma criança. Nas inesquecíveis viagem em ônibus da empresa Ensatur - do falecido Nabi Chedid -, que concentravam as emissoras de rádio da cidade, soltava o tenor nas modas de viola, contava piadas e “ouriçava” a turma.
Assim era Dionísio, feliz pela dádiva profissional de narrar futebol e pela valorização de cada momento da vida.
Discípulos do mestre de jornalismo Eduardo Mattos aprenderam a opinar em coluna esportiva de forma impessoal. Permita-me, caro leitor, contrariar os ensinamentos e hoje usar o verbo na primeira pessoa do singular, que, concordo, reflete de forma até arrogante. Há circunstâncias, contudo, que é aplicável para reprodução fiel de diálogos e precisão da narração. Portanto, está justificado.
Outrora o Dia do Radialista e Dia do Rádio eram comemorados efusivamente. Profissionais da área se enchiam de orgulho, com confraternizações.
Evidente que esse negócio de comemoração de dia disso ou dia daquilo ficou fora de moda, exceto Dia dos Pais, Dia das Mães, Dia dos Namorados e Natal por motivos óbvios: apelo do comércio pelos presentes.
De qualquer forma, embora tardiamente, a coluna estende os cumprimentos a todos os radialistas. A final, contrariaram pessimistas de plantão que projetaram o sepultamento do rádio com o advento da televisão. Está provado que ambos podem repartir os espaços e isso é ótimo.
Feita esta introdução, que no jargão jornalístico é chamada de “nariz de cera”, façamos justiça àquele que foi um fenômeno na narração esportiva em Campinas: Dionísio José Pivatto, sugado pelas traiçoeira águas do Rio Atibaia em 1988.
Dionísio estava no auge da carreira, na Rádio Brasil, quando foi contratado pela antiga Rádio Educadora - hoje Rádio Bandeirantes - a peso de ouro. E logo na estréia, na casa nova, já arrastou uma multidão de ouvintes que o acompanhava. Mil planos na cabeça e subitamente morreu afogado quando fazia aquilo que mais gostava fora do rádio: pescaria, num sábado tarde/noite.
Na véspera da morte, irradiante, transmitiu no Estádio do Canindé o jogo Corinthians e Ponte Preta, o único realizado pela Ponte quando quis entrar pelas portas dos fundos no Paulistão de 1988, respaldada por uma medida liminar. A Ponte foi boicotada por todos outros adversários. Entrava em campo, dava a saída de bola após apito inicial do árbitro, e depois gastava o tempo exigido por causa da ausência do adversário.
E na citada sexta-feira, Dionísio esgoelou como de costume na transmissão, mal sabendo que a sua missão profissional acabava naquela noite, após um dia recompensado com fechamento de novos contratos publicitários. E antes do jogo ele me convidou para dividirmos um “peixinho” no jantar, em restaurante nas imediações do estádio. E sem rodeios propôs que eu retornasse à antiga casa, ao revelar a intenção de montar uma equipe de “ponta”, desconsiderando que ele era o “puxador do samba”, e os demais meros coadjuvantes.
Infelizmente, Dionísio não me deu tempo para ponderar troca de emissora de rádio e possibilidade de conciliação com atividade em jornal. Partiu de forma estúpida e com o agravante da dificuldade para localização de seu corpo. Ainda bem que naquele jantar foi possível lhe revelar fato presenciado meses antes, quando ele ainda militava na Rádio Brasil. Na ocasião, meu velho Fusquinha havia me deixado no meio do caminho do Estádio Moisés Lucarelli, e o ônibus urbano não só me socorreu como permitiu flagrar, no percurso restante a pé, até o campo da Ponte, aproximadamente 20rádios ligados na abertura da jornada esportiva.
E sabem qual a proporção favorável a Dionísio Pivatto para a concorrência? Todos os rádios estavam ligados na transmissão do Dionísio, ou melhor, na Rádio Brasil.
Quando relatei o fato com esse detalhamento, ele ficou arrepiado, incrédulo. Embora convicto da liderança de audiência no rádio esportivo de Campinas, jamais imaginava que fosse de forma massacrante, um rolo compressor sobre nós, de outras emissoras.
Embora eu fosse repórter - portanto sem concorrer diretamente com narradores -, confesso que na ocasião fiquei intrigado, questionando o que faria no estádio empunhando microfone de emissora concorrente, se todos queriam escutar o Dionísio com os seus jargões do tipo “é fogo na fundanga”, quando se referia a lances com projeção de gol.
O jargão ficou tão marcado que ele ganhou o apelido de Fundanga. Era um profissional que fazia das transmissões um show. E quando fechava o microfone, convicto da missão cumprida, transformava-se em uma criança. Nas inesquecíveis viagem em ônibus da empresa Ensatur - do falecido Nabi Chedid -, que concentravam as emissoras de rádio da cidade, soltava o tenor nas modas de viola, contava piadas e “ouriçava” a turma.
Assim era Dionísio, feliz pela dádiva profissional de narrar futebol e pela valorização de cada momento da vida.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
AVISEM SEUS FILHOS E PARENTES - Mais uma dos bandidos
Texto enviado por e-mail do amigo Nakano, reproduzido textualmente
DENTRO DOS SHOPPINGS CENTERS Há PESSOAS PRóXIMAS àS ENTRADAS
DOSCINEMAS FAZENDO UMA SUPOSTA PESQUISA COM OS JOVENS
(ALGO\"INTERESSANTE\", COMO CINEMA, TV, UM NOVO FILME A SER
LANçADO...).
PEGAM ENTãO O NOME, TELEFONE CELULAR, FIXO E RESIDENCIAL, ENDEREçO,
NOME DOS PAIS E DISCRETAMENTE ANOTAM ALGUMAS CARACTERíSTICAS COMO AS
ROUPAS, COR DO CABELO, ETC. ETC. ETC.
EM SEGUIDA, PEDEM QUE, DURANTE A EXIBIçãO DO FILME,
NãO ESQUEçAM DE DESLIGAR O TELEFONE CELULAR PARA NãO INCOMODAR AS
PESSOAS NO INTERIOR DO CINEMA.
DEPOIS QUE OS \"ENTREVISTADOS\" ENTRAM NO CINEMA, APóS ALGUNS
MINUTOS,LIGAM PARA O SEU CELULAR A FIM DE CONFIRMAR SE ESTá MESMO
DESLIGADO E, SE ESTIVER, LIGAM ENTãO PARA A CASA DA PESSOA.
DIZEM O NOME COMPLETO DO FILHO OU PARENTE (O QUE Já ASSUSTA), AS
CARACTERíSTICAS COMO CABELO, ESTATURA, ROUPAS E DIZ AINDA: \"LIGUE
PARA SEU FILHO, SE ACHA QUE ESTOU MENTINDO... O Nº DELE é 9XXX -
XXXX. E ESTá DESLIGADO...\".
COMO UM FILME DURA EM MéDIA 2HS, DEMORA MUITO PARA SE CONSEGUIR
CONTATO. Aí VOCê Já ESTá EM PâNICO E PRONTO PARA FAZER O QUE O
BANDIDO LHE PEDIR.
¨AVISO DE UM DELEGADO DE POLÍCIA¨
NãO é BOATO E NEM BRINCADEIRA, é FATO.
INSTRUA FILHOS E PARENTES A NãO RESPONDEREM NENHUMA ENTREVISTA OU
PESQUISA NAS RUAS E, MENOS AINDA, A FORNECER INFORMAçõES PESSOAIS.
NãO COLOQUEM CURRICULUM EM SITES DA INTERNET.
NUNCA DESLIGUEM OS CELULARES. COLOQUE-OS EM \"SILENCIOSO\".
EM CASO DE CINEMAS, COLOQUE-O PARA QUE SIMPLESMENTE ACENDA A LUZ.
O NíVEL DE PREPARO DOS BANDIDOS ESTá AUMENTANDO...
TEMOS QUE NOS PRECAVER CADA VEZ MAIS.--
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